Em entrevista ao GP1, nesta quarta-feira (22), o vereador Antônio José Lira (DEM) comentou as críticas feitas na semana passada por Daniel Solon (PSTU) contra o G12. Durante entrevista a TV Antena 10, Solon disse que o G12 era um grupo de oportunistas.
O Democratas é um dos partidos que integra o G12 e o vereador Antônio José Lira (DEM) comentou a declaração.
“Em todo partido tem gente boa e ruim. E quem julga isso é a população. Porque um partido não é feito pelo pensamento de uma pessoa isolada, mas de uma ideologia. Se Cristo não agradou a todos porque um partido vai ser unanimidade?”, questionou.
Antônio José Lira considerou que a declaração demonstra o radicalismo e que vai no sentido contrário da política que, segundo ele, seria arregimentar forças e não discriminar.
“Isso mostra o radicalismo de um partido. Eu acho que quem quer somar em eleição não pode discriminar, porque quem discrimina não soma e não arregimenta as forças. Se existem três candidaturas eu posso até não concordar com nenhuma delas, mas com certeza vai ter uma que assemelha mais. Ele [Daniel Solon] pode colocar o nome dele a governador, mas não é discriminando que ele vai conseguir se eleger. Quem quer voto não discrimina”, comentou.
Questionado se no caso do G12 decidir apoiar a candidatura de Wellington Dias, ele faria campanha para o PT, o vereador disse que ainda não tem candidato definido e por meio de críticas declarou que não é obrigado a votar em candidato apoiado pelo partido.
“Eu não tenho candidato ainda a governador do estado, eu vou ver o que é melhor para o Piauí. Comigo não tem demagogia não. Mas a situação é a seguinte. A partir do momento que o ex-senador Heráclito Fortes e o ex-deputado federal Mainha, deixaram o Democratas em outubro do ano passado, o partido ficou engessado e impossibilitado de lançar candidato. Então como é que se pode cobrar fidelidade quando não tem se quer a oportunidade de votar em quem é do partido?”, declarou.
Antônio José Lira defendeu o G12 e disse que considera importante a união dos partidos emergentes.
“Esses partidos pequenos precisam continuar unidos para conseguirem bons resultados nas eleições. Não posso falar em nome do DEM, nem do G12, mas na minha opinião o grupo deveria lançar a um candidato próprio para governador nesse primeiro momento”, opinou.
O vereador comentou também sobre a possibilidade de concorrer a deputado estadual.
“Meu mandato é de quatro anos como vereador, não pretendo me candidatar a deputado estadual, porque não é estratégico no momento. Mas devo dizer que não é proibido. Se houvesse uma orientação do partido de colocar um candidato e meu nome fosse lembrado, com certeza eu iria”, finalizou.
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Imagem: Mariana Viana
Daniel Solon
Daniel Solon O Democratas é um dos partidos que integra o G12 e o vereador Antônio José Lira (DEM) comentou a declaração.
“Em todo partido tem gente boa e ruim. E quem julga isso é a população. Porque um partido não é feito pelo pensamento de uma pessoa isolada, mas de uma ideologia. Se Cristo não agradou a todos porque um partido vai ser unanimidade?”, questionou.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Antônio José Lira
Antônio José LiraAntônio José Lira considerou que a declaração demonstra o radicalismo e que vai no sentido contrário da política que, segundo ele, seria arregimentar forças e não discriminar.
“Isso mostra o radicalismo de um partido. Eu acho que quem quer somar em eleição não pode discriminar, porque quem discrimina não soma e não arregimenta as forças. Se existem três candidaturas eu posso até não concordar com nenhuma delas, mas com certeza vai ter uma que assemelha mais. Ele [Daniel Solon] pode colocar o nome dele a governador, mas não é discriminando que ele vai conseguir se eleger. Quem quer voto não discrimina”, comentou.
Questionado se no caso do G12 decidir apoiar a candidatura de Wellington Dias, ele faria campanha para o PT, o vereador disse que ainda não tem candidato definido e por meio de críticas declarou que não é obrigado a votar em candidato apoiado pelo partido.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Heráclito Fortes
Heráclito Fortes“Eu não tenho candidato ainda a governador do estado, eu vou ver o que é melhor para o Piauí. Comigo não tem demagogia não. Mas a situação é a seguinte. A partir do momento que o ex-senador Heráclito Fortes e o ex-deputado federal Mainha, deixaram o Democratas em outubro do ano passado, o partido ficou engessado e impossibilitado de lançar candidato. Então como é que se pode cobrar fidelidade quando não tem se quer a oportunidade de votar em quem é do partido?”, declarou.
Imagem: Divulgação
Presidente Mainha
Presidente Mainha Antônio José Lira defendeu o G12 e disse que considera importante a união dos partidos emergentes.
“Esses partidos pequenos precisam continuar unidos para conseguirem bons resultados nas eleições. Não posso falar em nome do DEM, nem do G12, mas na minha opinião o grupo deveria lançar a um candidato próprio para governador nesse primeiro momento”, opinou.
O vereador comentou também sobre a possibilidade de concorrer a deputado estadual.
“Meu mandato é de quatro anos como vereador, não pretendo me candidatar a deputado estadual, porque não é estratégico no momento. Mas devo dizer que não é proibido. Se houvesse uma orientação do partido de colocar um candidato e meu nome fosse lembrado, com certeza eu iria”, finalizou.
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