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Política

Zé Filho fala sobre transição de governo e reafirma que vai apoiar Marcelo Castro

O pemedebista tornou a afirmar que não será candidato ao governo e falou sobre secretariado.

Em entrevista ao Jornal Agora da TV Meio Norte, na tarde desta segunda-feira (17), o vice-governador Zé Filho (PMDB) confirmou que assumirá o governo no início de abril. Zé Filho disse que o governador Wilson Martins (PSB) está repassando informações importantes para deixá-lo a par da administração do Estado.

O pemedebista tornou a afirmar que não será candidato ao governo e que vai apoiar e trabalhar pela campanha de Marcelo Castro (PMDB), que tem Silvio Mendes (PSDB) como vice.

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1Zé Filho(Imagem:Bárbara Rodrigues/GP1)Zé Filho

“Anteriormente, o governador reuniu em sua casa os partidos da base e eu vi que meu nome não era consenso, pois vários tinham objeção à minha pré-candidatura. Então naquele momento eu fiz a minha avaliação e decidi não ser candidato”, explicou.

Questionado sobre a possibilidade do nome de Marcelo Castro “não vingar” e não aparecer bem nas pesquisas e se isso mudaria sua decisão o vice-governador foi enfático: “nesse caso quem vai ter que avaliar é ele não eu. Eu já fiz o deveria fazer. Ele que tem que avaliar como eu avaliei naquele momento”.

Mão Santa

Zé Filho também comentou a pré-candidatura do tio Mão Santa, o qual se declarou insatisfeito com a decisão do sobrinho de não ser candidato.

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1Mão Santa(Imagem:Bárbara Rodrigues/GP1)Mão Santa

“Ele já foi governador e senador provou sua competência. Portanto, eu não vejo com maus olhos. É um direito dele de buscar essa candidatura. Além do mais, duas candidaturas somente poderia ser uma eleição definida no primeiro turno e com a pré-candidatura dele pode levar pro segundo turno”, considerou.

Secretariado


Sobre o secretariado, Zé Filho confirmou que vai manter os acordos políticos feitos no governo de Wilson Martins, mas disse que nas secretarias indicadas por ele terão nomes novos. Zé Filho garantiu que vai imprimir um ritmo de governador com todas as letras. “A gente não pode abrir mão da liturgia do cargo”, finalizou.

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