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Presidente da Petrobras, Graça Foster.
Graça Foster, presidente da Petrobras, disse em audiência hoje (15) pela manhã no senado, que o resumo técnico apresentado ao Conselho Administrativo da estatal sobre a refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), não continha cláusulas importantes sobre a unidade. Graça confirmou a alegação apresentada pela presidente Dilma Rousseff para justificar o aval à negociação quando presidia o conselho, em 2006.
Presidente da Petrobras, Graça Foster. "Essa foi a situação: Um resumo executivo sem citação a duas clásulas contratuais completamente importantes", disse Graça Foster, sobre as cláusulas de Marlim (rentabilidade de 6,9% à sócia Astra Oil) e Put Option (obrigação de comprar a metade da sócia em caso de discordância sobre investimentos).
Em 2012, a estatal concluiu a compra da refinaria. Naquele ano começava a vir à tona as dúvidas sobre a compra, agora alvo de investigações da Polícia Federal, Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria-Geral da União (CGU).
"Ele (o resumo) deve conter todas as informações necessárias e suficientes para a devida avaliação do que se deve fazer. E, além disso, é necessário apontar os pontos fortes e fracos da operação. Não tem operação 100% segura", destacou. Com informações do Estadão
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