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Política

PT busca consenso na substituição de vice da Câmara

Líder da bancada disse que negociará acordo com pré-candidatos à vaga.

Reuniões em busca de um nome de consenso para ocupar até janeiro a vice-presidência da Câmara, vão começar a ser realizadas no início da semana para evitar desgaste interno com uma disputa no voto entre vários candidatos. O posto está vago desde que o deputado licenciado André Vargas renunciou ao cargo, em razão das denúncias de envolvimento com o doleiro Alberto Yousseff.

Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarPT evita desgaste interno e por isso agiliza a substituição de vice-presidência da Câmara.(Imagem:Divulgação)PT evita desgaste interno e por isso agiliza a substituição de vice-presidência da Câmara.
Uma data já estava estabelecida para a escolha do novo vice, seria na terça-feira (29). Porém, o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDV-RN), adiou para 7 de maio. Os cargos na Mesa Diretora da Câmara são distribuídos aos partidos proporcionalmente ao tamanho das bancadas.

Alguns nomes como os deputados Luiz Sérgio (PT-RJ), ex-ministro de Relações Institucionais, e Paulo Teixeira (PT-SP), ex-líder do partido na Câmara, foram divulgados como possíveis nomes para disputar o posto. Um ala do partido também tenta emplacar uma mulher para o mandato de vice-presidência, que termina no final deste ano.

“É preciso conversar com os candidatos. Queremos tentar um entendimento para que tenhamos apenas um nome e evitar desgaste interno com uma concorrência para um mandato tão curto. Eu estou trabalhando muito para isso. Não sei se será possível”, afirmou o líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP).

O presidente do PT, Rui Falcão, pediu na última quarta-feira (23), agilidade na busca por um acordo na escolha do vice-presidente.

Na última quarta (23), o presidente do PT, Rui Falcão, se reuniu com a bancada do partido na Câmara e pediu “empenho” na busca por um acordo na escolha do vice-presidente.
“Fiz uma ponderação que, para um mandato tampão, que é o caso, a bancada tentasse encontrar uma unidade em torno em torno de um nome, mas que, se isso não for possível, as disputas do PT são legítimas. Que isso se faça sempre nos termos de fraternidade e sobretudo que, apurado o resultado, haja unidade”, afirmou. Com informações do G1.
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