Nesta quarta-feira (9), o Conselho de Ética da Câmara, decidiu instaurar um processo disciplinar para apurar a conduta do deputado André Vargas (PT-PR), vice-presidente da Casa, alvo de denúncias de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 10 bilhões.
O Conselho vai investigar se hoube qubra de decoro parlamentar, o que resulta na cassação do mandato pelo plenário. A oposição, PSDB, DEM e PPS, pediram por esse processo no Conselho de Ética para a investigação do uso por Vargas de um jatinho alugado pelo doleiro Yousseff.
O deputado Zé Geraldo (PT-PA) tentou evitar a abertura do processo, apresentando no início da reunião uma questão de ordem, na qual argumentou que não havia provas contra Vargas e que o conselho não poderia apreciar o caso antes da Corregedoria da Câmara, que recebeu representação com a mesma finalidade protocolada pelo PSOL.
O presidente do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PSD-SP), recusou o pedido de Zé Geraldo, sem passar por votação no Conselho, após cerca de 30 minutos de discussão entre os parlamentares. O autor do pedido anunciou que apresentará recurso em favor da questão de ordem junto à Presidência da Câmara.
Três nomes foram sorteados por Ricardo Izar, logo após ter instaurado o processo, são eles: Julio Delegado (PSB-MG), Renzo Braz (PP-MG) e Roberto Teixeira (PP-PE). Um deles irá ser relator do caso. O presidente do conselho ainda decidirá quem ocupará o posto.
Inicialmente, o relator precisa apresentar um parecer preliminar indicando se a representação contra Vargas é "apta" ou não, com base nos fatos apontados na denúncia. Se o conselho considerar a representação "apta", a investigação será aberta de fato. No parecer final do relator, poderá constar punição que varia desde advertência por escrito ou suspensão temporária do mandato ou a cassação definitiva.
O prazo para a conclusão do processo na Câmara é de 90 dias, incluindo toda a tramitação no Conselho de Ética e a votação posterior no plenário da Câmara. Com informações do G1.
O Conselho vai investigar se hoube qubra de decoro parlamentar, o que resulta na cassação do mandato pelo plenário. A oposição, PSDB, DEM e PPS, pediram por esse processo no Conselho de Ética para a investigação do uso por Vargas de um jatinho alugado pelo doleiro Yousseff.
O deputado Zé Geraldo (PT-PA) tentou evitar a abertura do processo, apresentando no início da reunião uma questão de ordem, na qual argumentou que não havia provas contra Vargas e que o conselho não poderia apreciar o caso antes da Corregedoria da Câmara, que recebeu representação com a mesma finalidade protocolada pelo PSOL.
O presidente do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PSD-SP), recusou o pedido de Zé Geraldo, sem passar por votação no Conselho, após cerca de 30 minutos de discussão entre os parlamentares. O autor do pedido anunciou que apresentará recurso em favor da questão de ordem junto à Presidência da Câmara.
Três nomes foram sorteados por Ricardo Izar, logo após ter instaurado o processo, são eles: Julio Delegado (PSB-MG), Renzo Braz (PP-MG) e Roberto Teixeira (PP-PE). Um deles irá ser relator do caso. O presidente do conselho ainda decidirá quem ocupará o posto.
Inicialmente, o relator precisa apresentar um parecer preliminar indicando se a representação contra Vargas é "apta" ou não, com base nos fatos apontados na denúncia. Se o conselho considerar a representação "apta", a investigação será aberta de fato. No parecer final do relator, poderá constar punição que varia desde advertência por escrito ou suspensão temporária do mandato ou a cassação definitiva.
O prazo para a conclusão do processo na Câmara é de 90 dias, incluindo toda a tramitação no Conselho de Ética e a votação posterior no plenário da Câmara. Com informações do G1.

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