Na sessão desta segunda-feira (12), na Assembleia Legislativa do Piauí, o deputado estadual Fábio Novo (PT) subiu à tribuna da Casa para destacar o Seminário “Política de Salário Mínimo para 2015–2018”, promovido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV) e realizado em São Paulo na última semana.
Durante sua fala, o deputado petista apresentou uma tabela de avanço dos vencimentos dos brasileiros nos últimos dez anos. “Em 2002, o salário mínimo era de R$200,00. Hoje, o salário do brasileiro é de R$ 724,00. Significa um aumento superior a 200%. Sem dúvida há o que comemorar. Isso representa um aumento da economia do país, o que contribui para o seu desenvolvimento”, analisa.
Fábio Novo falou, também, dos avanços relacionados à política de valorização do salário mínimo para as mulheres. “O crescimento vertiginoso do salário mínimo vem contribuindo para a redução da desigualdade. As mulheres foram as mais beneficiadas, já que muitas delas estão ganhando salário mínimo, principalmente as empregadas domésticas, que obtiveram a regularização da profissão”, frisa.
A pesquisa da Fundação Getúlio Vargas apontou, ainda, que a valorização do salário mínimo na última década foi responsável por 70% da redução no coeficiente de Gini, que passou de 0,594, em 2001, para 0,527, em 2011. O índice mede a desigualdade de renda no mercado de trabalho e, quanto mais próximo de zero, menor a diferença entre os maiores e os menores salários.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
Imagem: Reprodução
Fábio Novo destaca crescimento do salário mínimo
Fábio Novo destaca crescimento do salário mínimoDurante sua fala, o deputado petista apresentou uma tabela de avanço dos vencimentos dos brasileiros nos últimos dez anos. “Em 2002, o salário mínimo era de R$200,00. Hoje, o salário do brasileiro é de R$ 724,00. Significa um aumento superior a 200%. Sem dúvida há o que comemorar. Isso representa um aumento da economia do país, o que contribui para o seu desenvolvimento”, analisa.
Fábio Novo falou, também, dos avanços relacionados à política de valorização do salário mínimo para as mulheres. “O crescimento vertiginoso do salário mínimo vem contribuindo para a redução da desigualdade. As mulheres foram as mais beneficiadas, já que muitas delas estão ganhando salário mínimo, principalmente as empregadas domésticas, que obtiveram a regularização da profissão”, frisa.
A pesquisa da Fundação Getúlio Vargas apontou, ainda, que a valorização do salário mínimo na última década foi responsável por 70% da redução no coeficiente de Gini, que passou de 0,594, em 2001, para 0,527, em 2011. O índice mede a desigualdade de renda no mercado de trabalho e, quanto mais próximo de zero, menor a diferença entre os maiores e os menores salários.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
Ver todos os comentários | 0 |