Nesta quarta-feira (14), o deputado federal André Vargas (sempartido-PR) interrompeu a licença de 60 dias do mandato e informou que retornará à Casa. O deputado que é investigado pelo Conselho de Ética da Câmara por denúncias de envolvimento com o doleiro Alberto Youseff, comunicou a sua decisão por escrito ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Segundo informações da Secretaria-Geral da Câmara, André Vargas, irá voltar com o retorno ao mandato, a receber salário, verba de gabinete e o chamado "cotão", recursos destinados a pagar telefonemas, serviços postais e passagens aéreas.
No dia 5 de junho acabaria o afastamento. Depois das primeiras denúncias de que teria favorecido e se beneficiado da relação com Youssef, o deputado federal pediu afastamento do cargo. Nesta terça, o Conselho de Ética notificou o deputado do processo que tramita contra ele.
A notificação foi publicada através do "Diário Oficial da União", depois de cinco tentativas de notificá-lo pessoalmente em suas residências de Londrina e Brasília. A partir desta quarta, Vargas tem dez dias úteis para apresentar defesa escrita, indicar provas e arrolar até oito testemunhas a seu favor.
O mandato do parlamentar pode ser cassado. Nesse caso, a última palavra deverá ser do plenário da Câmara. Com informações do G1.
Segundo informações da Secretaria-Geral da Câmara, André Vargas, irá voltar com o retorno ao mandato, a receber salário, verba de gabinete e o chamado "cotão", recursos destinados a pagar telefonemas, serviços postais e passagens aéreas.
No dia 5 de junho acabaria o afastamento. Depois das primeiras denúncias de que teria favorecido e se beneficiado da relação com Youssef, o deputado federal pediu afastamento do cargo. Nesta terça, o Conselho de Ética notificou o deputado do processo que tramita contra ele.
A notificação foi publicada através do "Diário Oficial da União", depois de cinco tentativas de notificá-lo pessoalmente em suas residências de Londrina e Brasília. A partir desta quarta, Vargas tem dez dias úteis para apresentar defesa escrita, indicar provas e arrolar até oito testemunhas a seu favor.
O mandato do parlamentar pode ser cassado. Nesse caso, a última palavra deverá ser do plenário da Câmara. Com informações do G1.

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