O relatório sobre o monitoramento das conversas do deputado federal Luiz Argôlo (SDD-BA) com o doleiro Alberto Youssef, suspeito de chefiar uma quadrilha de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 10 bilhões, segundo investigações da Operação Lava Jato, foi concluído pela Policia Federal. Foram analisadas 1.411 mensagens de celular entre os dois, de setembro do ano passado a março deste ano. Segundo a PF, a linha usada pertence à Câmara dos Deputados.
No relatório “os indícios apontam que o deputado tratava-se de um cliente dos serviços prestados por Youssef, por vezes repassando dinheiro de origem aparentemente ilícita, intermediando contatos em empresas, recebendo pagamentos, inclusive tendo suas atividades operacionais financiadas pelo doleiro".
A assessoria do deputado afirmou que ele não tem nenhum envolvimento com o objeto da investigação, que é a relação da Petrobras com empresas fornecedoras. Acrescentou que o deputado não recebeu dinheiro de empresas ligadas a Youssef ou de prestadoras de serviço da estatal e que isso pode ser comprovado na prestação de contas do deputado ao Tribunal Superior Eleitoral. Com informações do G1
No relatório “os indícios apontam que o deputado tratava-se de um cliente dos serviços prestados por Youssef, por vezes repassando dinheiro de origem aparentemente ilícita, intermediando contatos em empresas, recebendo pagamentos, inclusive tendo suas atividades operacionais financiadas pelo doleiro".
Imagem: Reprodução
Relatório aponta pagamentos ilícitos de doleiro ao deputado Luiz Argôlo
Relatório aponta pagamentos ilícitos de doleiro ao deputado Luiz ArgôloA assessoria do deputado afirmou que ele não tem nenhum envolvimento com o objeto da investigação, que é a relação da Petrobras com empresas fornecedoras. Acrescentou que o deputado não recebeu dinheiro de empresas ligadas a Youssef ou de prestadoras de serviço da estatal e que isso pode ser comprovado na prestação de contas do deputado ao Tribunal Superior Eleitoral. Com informações do G1
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