Foi deflagrada na manhã desta terça-feira (20), pela Polícia Federal a quinta fase da Operação Ararath. A ação investiga um esquema de lavagem de dinheiro por meio de empresas negociadoras de crédito em Mato Grosso.
O deputado estadual José Geraldo Riva (PSD) e o ex-secretário da Casa Civil, Eder Moraes, forma detidos na operação. Os dois foram levados à sede da Polícia Federal em Mato Grosso e deverão ser encaminhados para Brasília.
De acordo com agentes que investigam o caso, buscas também foram feitas no apartamento do governador, Silval Barbosa (PMDB).
Os suspeitos operavam da seguinte forma: era utilizado o serviços de “factoring” para fazer empréstimos a pessoas físicas e jurídicas, mas não tinham autorização do Banco Central. O dinheiro era movimentado nas contas dessas “factorings” e de empresas dos integrantes do esquema. Em seis anos, foram movimentados mais de R$ 500 milhões, conforme a polícia.
Em fevereiro deste ano, a Policia Federal apreendeu R$ 126 milhões em notas promissórias e cheques. Os agentes estiveram na casa do ex-secretário Eder Moraes, que negou acusações de lavagem de dinheiro.
O governo do Mato Grosso só vai se pronunciar sobre o caso quando tiver mais informações sobre as investigações. A assessoria de Riva disse que ainda busca detalhes sobre a operação antes de comentar a apuração. A defesa de Eder Moraes informou que o ex-secretário prestará seus esclarecimentos à PF ainda hoje (20)
Imagem: Reprodução
De acordo com fontes ligadas à operação outras autoridades do Congresso e do Judiciário, são investigadas nesta fase da Ararath.
De acordo com fontes ligadas à operação outras autoridades do Congresso e do Judiciário, são investigadas nesta fase da Ararath.O deputado estadual José Geraldo Riva (PSD) e o ex-secretário da Casa Civil, Eder Moraes, forma detidos na operação. Os dois foram levados à sede da Polícia Federal em Mato Grosso e deverão ser encaminhados para Brasília.
De acordo com agentes que investigam o caso, buscas também foram feitas no apartamento do governador, Silval Barbosa (PMDB).
Os suspeitos operavam da seguinte forma: era utilizado o serviços de “factoring” para fazer empréstimos a pessoas físicas e jurídicas, mas não tinham autorização do Banco Central. O dinheiro era movimentado nas contas dessas “factorings” e de empresas dos integrantes do esquema. Em seis anos, foram movimentados mais de R$ 500 milhões, conforme a polícia.
Em fevereiro deste ano, a Policia Federal apreendeu R$ 126 milhões em notas promissórias e cheques. Os agentes estiveram na casa do ex-secretário Eder Moraes, que negou acusações de lavagem de dinheiro.
O governo do Mato Grosso só vai se pronunciar sobre o caso quando tiver mais informações sobre as investigações. A assessoria de Riva disse que ainda busca detalhes sobre a operação antes de comentar a apuração. A defesa de Eder Moraes informou que o ex-secretário prestará seus esclarecimentos à PF ainda hoje (20)
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