O Supremo Tribunal Federal (STF) foi informado na quinta-feira (23), pelo juiz federal do Paraná Sérgio Moro, que a Polícia Federal aprendeu no escritório do doleiro Alberto Youssef oito comprovantes de depósitos bancários que tiveram como beneficiário o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL).
O juiz Moro ressaltou, porém, “que não há qualquer indício do envolvimento do referido parlamentar nos crimes" referentes à Operação Lava Jato sob apuração na Justiça Federal.
A informação sobre Collor consta de ofício enviado pelo juiz ao ministro com informações sobre os documentos da Lava Jato que serão enviados ao Supremo. Teori Zavascki determinou que os processos sobre a operação sejam remetidos ao Supremo devido à suspeita de envolvimento de três deputados federais (André Vargas, Luiz Argôlo e Cândido Vaccarezza).
“Eventual relação entre o suposto doleiro e o referido senador era absolutamente desconhecida deste Juízo, tendo sido encontrada fortuitamente durante a busca e apreensão. Inviável antes da busca, concluir pela presença de indícios de crimes praticados por parlamentar e pela competência do Supremo Tribunal Federal, já que surgiram somente após a diligência", afirmou Moro.
O magistrado explicou que a relação de Youssef com outras autoridades com foro, como André Vargas, Luiz Argôlo e Vaccarezza, foi constatada nas ações de investigação do doleiro e que "jamais houve medida investigatória dirigida contra autoridade sujeita a foro privilegiado".
O doleiro Youssef foi preso pela PF durante a operação, que investiga esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado até R$ 10 bilhões. Com informações do G1
O juiz Moro ressaltou, porém, “que não há qualquer indício do envolvimento do referido parlamentar nos crimes" referentes à Operação Lava Jato sob apuração na Justiça Federal.
Imagem: Reprodução
Denúncia de supostos depósitos de doleiro para Collor é informada ao STF
Denúncia de supostos depósitos de doleiro para Collor é informada ao STFA informação sobre Collor consta de ofício enviado pelo juiz ao ministro com informações sobre os documentos da Lava Jato que serão enviados ao Supremo. Teori Zavascki determinou que os processos sobre a operação sejam remetidos ao Supremo devido à suspeita de envolvimento de três deputados federais (André Vargas, Luiz Argôlo e Cândido Vaccarezza).
“Eventual relação entre o suposto doleiro e o referido senador era absolutamente desconhecida deste Juízo, tendo sido encontrada fortuitamente durante a busca e apreensão. Inviável antes da busca, concluir pela presença de indícios de crimes praticados por parlamentar e pela competência do Supremo Tribunal Federal, já que surgiram somente após a diligência", afirmou Moro.
O magistrado explicou que a relação de Youssef com outras autoridades com foro, como André Vargas, Luiz Argôlo e Vaccarezza, foi constatada nas ações de investigação do doleiro e que "jamais houve medida investigatória dirigida contra autoridade sujeita a foro privilegiado".
O doleiro Youssef foi preso pela PF durante a operação, que investiga esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado até R$ 10 bilhões. Com informações do G1
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