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Política

Petrobrás diz que pagamentos tem procedimentos rígidos e são fiscalizados

A nota foi divulgada após PF dizer que possivelmente há uma "organização criminosa" dentro da estatal.

Nesta sexta-feira (23), a Petrobras divulgou através de nota que os pagamentos feitos pela estatal por qualquer título seguem "rígidos e claros procedimentos internos" e que são fiscalizados por órgãos externos de controle.

A estatal destacou ainda que "possui estruturada área de Auditoria Interna, que tem acesso irrestrito a qualquer unidade do Sistema Petrobrás para verificar a conformidade dos procedimentos e operações realizadas".

Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarPetrobras divulga nota que diz que pagamentos são controlados e fiscalizados.(Imagem:Divulgação)Petrobras divulga nota que diz que pagamentos são controlados e fiscalizados.
Na nota a empresa ressaltou que as investigações de órgão externos. "Os contratos da Petrobrás passam por acompanhamento de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU)", comunicou.

"Além de seus processos internos, tem suas contas e balanços auditados por auditorias externas e, por ser companhia com ações em bolsa, subordina-se aos órgãos reguladores de mercado, Comissão de Valores Mobiliários no Brasil e Security and Exchange Commission nos EUA, e a todas as regras de governança e divulgação de informações relevantes ao mercado".

A nota foi divulgada depois que a Polícia Federal investigou a ligação entre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA) com o esquema de lavagem de dinheiro desbarato pela Operação Lava Jato, que envolve suspeitas sobre obras na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Os investigadores relatam a existência de uma possível “organização criminosa" que poderia estar atuando "no seio" da estatal de petróleo.

A Petrobrás afirma que os valores finais "decorrem não só de negociação entre as partes, porém também de processos de arbitragem e judicial" ao se referir sobre a compra da refinaria de Pasadena. Com informações do Estadão.

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