A presidente da Petrobras, Graça Foster, em depoimento que durou cerca de oito horas na comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) do Congresso Nacional, esclareceu que os procedimentos internos da companhia, voltou a admitir que a compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, foi “muito ruim”, e defendeu a decisão de construir a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco. “Isso é inexorável: a Petrobras precisava de mais refino no Brasil, e ainda precisa. Então, nós tínhamos que construir a refinaria, e o melhor local era Pernambuco”, disse.
Ainda na CPMI do Congresso Nacional que investiga denúncias de irregularidades na companhia petrolífera, Graça Foster disse que a companhia de petróleo da Venezuela demorou a aceitar entrar no negócio, e quando resolveu, impôs condições que a Petrobras decidiu não acatar. Mesmo assim, ela disse que a PDVSA tem grande experiência no setor, e por isso a parceria foi inicialmente considerada vantajosa.
Sobre outras denúncias que estão sendo investigadas, Foster disse que se sente “envergonhada”, especialmente quando é usado o termo “quadrilha” para designar o grupo de funcionários da empresa acusados na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, de corrupção e lavagem de dinheiro. No entanto, ela disse que compreende que as investigações ainda estão em curso, e aguarda o fim delas e o esclarecimento de todos os fatos. Com informações da Agência Brasil
Imagem: Reprodução
"Muito ruim", afirma Graça Foster sobre a compra de Pasadena
"Muito ruim", afirma Graça Foster sobre a compra de Pasadena Ainda na CPMI do Congresso Nacional que investiga denúncias de irregularidades na companhia petrolífera, Graça Foster disse que a companhia de petróleo da Venezuela demorou a aceitar entrar no negócio, e quando resolveu, impôs condições que a Petrobras decidiu não acatar. Mesmo assim, ela disse que a PDVSA tem grande experiência no setor, e por isso a parceria foi inicialmente considerada vantajosa.
Sobre outras denúncias que estão sendo investigadas, Foster disse que se sente “envergonhada”, especialmente quando é usado o termo “quadrilha” para designar o grupo de funcionários da empresa acusados na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, de corrupção e lavagem de dinheiro. No entanto, ela disse que compreende que as investigações ainda estão em curso, e aguarda o fim delas e o esclarecimento de todos os fatos. Com informações da Agência Brasil
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