Começa amanhã (18) o depoimento das testemunhas no processo de quebra decoro contra o deputado André Vargas (sem partido-PR), ex-vice-presidente da Casa. O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados foi quem requisitou as audições.
O deputado Júlio Delgado (PSDB-MG), relator do processo no Conselho de Ética, informou que pretende ouvir o deputado Cândido Vacarezza (PT-SP); o líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP); o presidente do partido, Rui Falcão; Leonardo Meireles e Esdras Ferreira, donos do Labogen, além do doleiro Alberto Youssef.
O processo foi aberto após investigações da Operação Lava Jato apontarem ligações do deputado com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal. Vargas usou um avião fretado por Youssef para uma viagem a João Pessoa com a família. O empréstimo da aeronave foi discutido entre os dois por mensagem de texto no início de janeiro. Na ocasião, o parlamentar explicou, por nota, que é amigo de Youssef e negou envolvimento com os negócios do doleiro.
Amanhã (18) começa a contar o prazo regimental de 40 dias para que o conselho ouça as pessoas indicadas pelo relator. Júlio Delgado informou que irá convidá-los novamente para prestar depoimento, mas, caso não compareçam, irá ouvir as testemunhas de defesa arroladas por Vargas. Após esse período, o relator irá elaborar o seu parecer pela absolvição ou pela continuidade do processo. Com informações da Agência Brasil
O deputado Júlio Delgado (PSDB-MG), relator do processo no Conselho de Ética, informou que pretende ouvir o deputado Cândido Vacarezza (PT-SP); o líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP); o presidente do partido, Rui Falcão; Leonardo Meireles e Esdras Ferreira, donos do Labogen, além do doleiro Alberto Youssef.
Imagem: Reprodução
O processo foi aberto após investigações da Operação Lava Jato apontarem ligações do deputado com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal
O processo foi aberto após investigações da Operação Lava Jato apontarem ligações do deputado com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia FederalO processo foi aberto após investigações da Operação Lava Jato apontarem ligações do deputado com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal. Vargas usou um avião fretado por Youssef para uma viagem a João Pessoa com a família. O empréstimo da aeronave foi discutido entre os dois por mensagem de texto no início de janeiro. Na ocasião, o parlamentar explicou, por nota, que é amigo de Youssef e negou envolvimento com os negócios do doleiro.
Amanhã (18) começa a contar o prazo regimental de 40 dias para que o conselho ouça as pessoas indicadas pelo relator. Júlio Delgado informou que irá convidá-los novamente para prestar depoimento, mas, caso não compareçam, irá ouvir as testemunhas de defesa arroladas por Vargas. Após esse período, o relator irá elaborar o seu parecer pela absolvição ou pela continuidade do processo. Com informações da Agência Brasil
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