O pedido do governo brasileiro, para extraditar o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, será julgado hoje (5) pelo Corte de Apelação de Bolonha, na Itália. Pizzolato é condenado a 12 anos e sete meses de prisão por lavagem de dinheiro e peculato na Ação Penal 470, o processo do mensalão. O ex-diretor fugiu do Brasil em setembro do ano passado, antes do fim do julgamento, e foi preso em fevereiro, em Maranello, na Itália.
O governo brasileiro enviou à Itália os procuradores Vladimir Aras e Eduardo Pelella. A defesa da extradição será feita por um escritório de advocacia contratado pela Advocacia-Geral da União (AGU).
Pizzolato afirmou que não pode ser extraditado para o Brasil, por ter cidadania italiana. O ex-diretor também alegou que foi submetido a julgamento político pelo Supremo Tribunal Federal. Com informações da Agência Brasil
Imagem: Reprodução
Pizzolato é condenado a 12 anos e sete meses de prisão por lavagem de dinheiro e peculato na Ação Penal 470, o processo do mensalão.
Pizzolato é condenado a 12 anos e sete meses de prisão por lavagem de dinheiro e peculato na Ação Penal 470, o processo do mensalão.O governo brasileiro enviou à Itália os procuradores Vladimir Aras e Eduardo Pelella. A defesa da extradição será feita por um escritório de advocacia contratado pela Advocacia-Geral da União (AGU).
Pizzolato afirmou que não pode ser extraditado para o Brasil, por ter cidadania italiana. O ex-diretor também alegou que foi submetido a julgamento político pelo Supremo Tribunal Federal. Com informações da Agência Brasil
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