Nesta quinta (11), a candidata à Presidente da República, Marina Silva (PSB), disse que não precisa negar a sua fé para conseguir chegar ao cargo de Presidente da República. E comentou ainda sobre temas polêmicos, como: apoio à iniciativas religiosas, alterações do seu programa de governo, e, adoção.
Durante sabatina no Rio de Janeiro, declarou: "A minha fé eu nunca neguei, nem como católica, nem como evangélica. Não acredito que o presidente tenha que negar sua fé para ser presidente da República".
Marina disse ainda que as trocas em seu programa de governo fazem parte de um erro de processo, admitido pelos coordenadores de programas. "Os direitos da comunidade LGBT estão respeitados e assegurados no nosso programa", disse ela se referindo a outros partidos que levam o assunto com superficialidade.
Quando questionada sobre a adoção de crianças por casais gays, a presidenciável do PSB disse que este assunto já está definido em lei desde o ano de 2010. E diz concordar com o que ordena a legislação: interessados são avaliados por profissionais da área para constatar que os futuros pais se alinham ao perfil, independente da opção sexual. Com Informações do G1
Durante sabatina no Rio de Janeiro, declarou: "A minha fé eu nunca neguei, nem como católica, nem como evangélica. Não acredito que o presidente tenha que negar sua fé para ser presidente da República".
Imagem: Werther Santana/Estadão
Sobre apoiar iniciativas religiosas, ela também esclareceu o assunto. "Tenho 16 anos como senadora. Verifiquem quando usei meu espaço como senadora para promover qualquer coisa contra o Estado laico", disse.
Marina disse ainda que as trocas em seu programa de governo fazem parte de um erro de processo, admitido pelos coordenadores de programas. "Os direitos da comunidade LGBT estão respeitados e assegurados no nosso programa", disse ela se referindo a outros partidos que levam o assunto com superficialidade.
Quando questionada sobre a adoção de crianças por casais gays, a presidenciável do PSB disse que este assunto já está definido em lei desde o ano de 2010. E diz concordar com o que ordena a legislação: interessados são avaliados por profissionais da área para constatar que os futuros pais se alinham ao perfil, independente da opção sexual. Com Informações do G1
Ver todos os comentários | 0 |