O núcleo duro do PMDB, em jantar realizado na casa do ex-presidente José Sarney, avaliou como “consolidado” o cenário favorável à eleição da candidata do PSB à Presidência da República Marina Silva (PSB), e que não se deve desprezar a possibilidade de vitória da ex-ministra no primeiro turno. De acordo peemedebistas presentes ao encontro, a análise feita é a de que a campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) está num momento ruim, errando muito, enquanto Marina está numa fase em que nenhuma crítica “gruda” a ponto de fazê-la perder o ritmo de crescimento.
“O clima de tensão tomou conta da campanha da Dilma”, disse um integrante do partido.
Os peemedebistas já trabalham com a hipótese de eleição de Marina e dizem que, para o partido, não nenhum há drama nisso. Deixando o Executivo, o PMDB passará naturalmente por um reposicionamento, se fortalecendo no Congresso e mantendo as presidências da Câmara e do Senado.
“O PMDB é um partido congressual e vai se reposicionar, mantendo Renan na presidência do Senado, e Eduardo Cunha poderá ser o candidato a presidente da Câmara. O PMDB é o maior partido do Congresso e tudo passa por ele. Marina vai fazer plebiscitos? Mas eles são autorizados por quem? Pelo Congresso”, comentou um dirigente.
Para os peemedebistas, se Marina for eleita, vai assumir “fragilizada”, sem base no Congresso, com uma oposição forte do PT, e terá que dialogar com o PMDB. Na cúpula, não há consenso sobre a facilidade de conversar com a ex-senadora. Alguns acreditam que ela é mais acessível que a presidente Dilma, outros, que a dificuldade é a mesma.
“Em qualquer cenário, Dilma reeleita ou Marina eleita, a relação com o PMDB será mais agressiva”, avaliou um peemedebista.
No jantar, do qual participaram, além do anfitrião, o vice-presidente Michel Temer, o presidente do Senado, Renan Calheiros, o ministro Edson Lobão (Minas e Energia), o líder do governo no Senado, Eduardo Braga, e os senadores Romero Jucá e Eunício Oliveira, a cúpula disse que não há como manter a sigla unida no projeto da reeleição e que a “debandada” só não será maior porque Temer está na chapa.
“Se não fosse o Temer segurar o partido, Marina já teria avançado sobre o PMDB para liquidar a eleição no primeiro turno”, afirmou um dirigente. Nos estados em que candidatos do partido são apoiados por Dilma, ou estão em alianças com Marina ou com o tucano Aécio Neves, a expectativa é que se mantenham ainda mais distantes. Com informações do Extra
“O clima de tensão tomou conta da campanha da Dilma”, disse um integrante do partido.
Os peemedebistas já trabalham com a hipótese de eleição de Marina e dizem que, para o partido, não nenhum há drama nisso. Deixando o Executivo, o PMDB passará naturalmente por um reposicionamento, se fortalecendo no Congresso e mantendo as presidências da Câmara e do Senado.
“O PMDB é um partido congressual e vai se reposicionar, mantendo Renan na presidência do Senado, e Eduardo Cunha poderá ser o candidato a presidente da Câmara. O PMDB é o maior partido do Congresso e tudo passa por ele. Marina vai fazer plebiscitos? Mas eles são autorizados por quem? Pelo Congresso”, comentou um dirigente.
Imagem: Reprodução
Dilma Rousseff e Michel Temer
Dilma Rousseff e Michel TemerPara os peemedebistas, se Marina for eleita, vai assumir “fragilizada”, sem base no Congresso, com uma oposição forte do PT, e terá que dialogar com o PMDB. Na cúpula, não há consenso sobre a facilidade de conversar com a ex-senadora. Alguns acreditam que ela é mais acessível que a presidente Dilma, outros, que a dificuldade é a mesma.
“Em qualquer cenário, Dilma reeleita ou Marina eleita, a relação com o PMDB será mais agressiva”, avaliou um peemedebista.
No jantar, do qual participaram, além do anfitrião, o vice-presidente Michel Temer, o presidente do Senado, Renan Calheiros, o ministro Edson Lobão (Minas e Energia), o líder do governo no Senado, Eduardo Braga, e os senadores Romero Jucá e Eunício Oliveira, a cúpula disse que não há como manter a sigla unida no projeto da reeleição e que a “debandada” só não será maior porque Temer está na chapa.
“Se não fosse o Temer segurar o partido, Marina já teria avançado sobre o PMDB para liquidar a eleição no primeiro turno”, afirmou um dirigente. Nos estados em que candidatos do partido são apoiados por Dilma, ou estão em alianças com Marina ou com o tucano Aécio Neves, a expectativa é que se mantenham ainda mais distantes. Com informações do Extra
Ver todos os comentários | 0 |