O novo rito de impeachment definido na quinta-feira (17) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) deu folego ao governo Dilma Rousseff. Os ministros do governo entenderam que a presidente tem chance de se salvar, mesmo se a Câmara dos Deputados autorizar o processo. O novo rito representa uma derrota para Eduardo Cunha e oposição.
Segundo a Veja, o Palácio do Planalto possui maioria do Senado Federal, presidido pelo peemedebista Renan Calheiros. O governo ainda tem a esperança que o Supremo Tribunal Federal aceite o pedido da Procuradoria-Geral da República de asfaltamento de Eduardo Cunha da presidência da Casa.
O novo rito vai permitir que:
*A comissão especial seja indicada por líderes partidários e eleita com voto aberto;
*Depois de instalada a comissão, a presidente da República será notificada e terá prazo de 10 sessões para se manifestar sobre o processo;
*Se o plenário da Câmara decidir aprovar o pedido de impeachment, o processo vai para a análise do Senado, mas Dilma só poderá ser afastada se os senadores decidirem receber o pedido;
*Se o Senado decidir receber o impeachment, afastando Dilma do cargo, começa um processo que terá, ao final, um julgamento sobre se a presidente deve ser condenada ou não.
Declaração
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner telefonou para a presidente Dilma Rousseff após a decisão dos magistrados, dizendo que a petista vai vencer essa batalha e parabenizou o Supremo por ter cumprido a nobre função de moderador da República.
Traição?
O ministro José Antônio Dias Toffoli, surpreendeu o governo ao votar a favor do parecer de Luiz Edson Fachin na ação do impeachment e foi contra Dilma ao afirmar que “se a presidente não tem apoio de 1/3 dos deputados, fica difícil a governabilidade". Vale lembrar que o ministo já foi advogado do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Imagem: Evaristo Sá/AFP
Dilm Rousseff
Dilm RousseffSegundo a Veja, o Palácio do Planalto possui maioria do Senado Federal, presidido pelo peemedebista Renan Calheiros. O governo ainda tem a esperança que o Supremo Tribunal Federal aceite o pedido da Procuradoria-Geral da República de asfaltamento de Eduardo Cunha da presidência da Casa.
O novo rito vai permitir que:
*A comissão especial seja indicada por líderes partidários e eleita com voto aberto;
*Depois de instalada a comissão, a presidente da República será notificada e terá prazo de 10 sessões para se manifestar sobre o processo;
*Se o plenário da Câmara decidir aprovar o pedido de impeachment, o processo vai para a análise do Senado, mas Dilma só poderá ser afastada se os senadores decidirem receber o pedido;
*Se o Senado decidir receber o impeachment, afastando Dilma do cargo, começa um processo que terá, ao final, um julgamento sobre se a presidente deve ser condenada ou não.
Declaração
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner telefonou para a presidente Dilma Rousseff após a decisão dos magistrados, dizendo que a petista vai vencer essa batalha e parabenizou o Supremo por ter cumprido a nobre função de moderador da República.
Traição?
O ministro José Antônio Dias Toffoli, surpreendeu o governo ao votar a favor do parecer de Luiz Edson Fachin na ação do impeachment e foi contra Dilma ao afirmar que “se a presidente não tem apoio de 1/3 dos deputados, fica difícil a governabilidade". Vale lembrar que o ministo já foi advogado do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ver todos os comentários | 0 |