Nesta terça-feira (10), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras vai ouvir o engenheiro Pedro Barusco, ex-gerente da estatal e delator da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. A defesa do delator pediu para o depoimento ser secreto, mas a Comissão decidiu que fosse aberto.
De acordo com informações do O Globo, o ex-gerente declarou, por meio de depoimento que, recebeu desde 1997, propina de empresas que mantinham contrato com a Petrobras; e que, a partir de 2003, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, passou a participar do esquema – segundo o delator, Vaccari teria recebido entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões em propinas para o PT entre 2003 e 2013.
Imagem: Givaldo Barbosa / Agência O Globo
O ex-gerente da estatal é delator da Operação Lava-Jato.
O ex-gerente da estatal é delator da Operação Lava-Jato. De acordo com informações do O Globo, o ex-gerente declarou, por meio de depoimento que, recebeu desde 1997, propina de empresas que mantinham contrato com a Petrobras; e que, a partir de 2003, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, passou a participar do esquema – segundo o delator, Vaccari teria recebido entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões em propinas para o PT entre 2003 e 2013.
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