Hoje em sessão da Comissão Geral da Câmara de deputados em Brasília, o deputado federal Silas Freire (PR) demonstrou a sua posição democrática ao convidar Mirando Neto, coordenador da ONG GAV (Grupo de Amigos da Vida), para debater a temática da redução da maioridade penal. Miranda Neto é contrário à redução da maioridade penal e Silas Freire é a favor.
Com isso, o deputado destacou a importância de amadurecer o assunto, de discutir o tema. “Eu o convidei, porque eu sou a favor do debate. Parece-me que os contrários à redução da maioridade penal não são favoráveis ao debate. Eu acho que nós temos de amadurecer essa discussão, da mesma forma como eu dei um exemplo hoje: trouxe aqui um contrário à minha opinião”, disse o deputado.
“O Piauí nunca participou ativamente desse tipo de debate, nunca deputados do estado deram tanta importância a essa questão do menor no crime, dando espaço para quem concorda ou discorda com maiores punições a eles”, afirmou Silas Freire.
Já o convidado Miranda Neto aprova a atitude do deputado Silas, de promover a discussão do assunto, de tentar chegar ao melhor entendimento e aproveitou para destacar o trabalho desenvolvido pelo GAV e a esperança que instituições como essa trazem para os jovens: “O GAV trabalha 16 atividades educativas. Nós temos o primeiro grupamento de trânsito mirim do Brasil, trabalhamos com educação de trânsito, defesa civil mirim, aulas de português e matemática, cursos de inglês e francês. Por que dá certo lá e não pode dar certo nas comunidades carentes deste País? Se cada deputado, se cada político deste país ajudasse uma instituição — uma! —, nós não teríamos um monte de adolescentes infratores”, declarou.
Na Comissão Geral foi discutida o Projeto de Lei 7197/2012 que prevê alteração do Estatuto da Criança e do Adolescente- ECA. A proposta é de que o tempo de internação do adolescente que cometer crime hediondo passe dos 3 anos atuais para 8 anos. Mas a discussão do tema encontra muitao resistência por parte daqueles contrários à punição do menor, tanto que o deputado Silas Freire fez um desabafo. “Nem aumentar a penalidade no próprio ECA se aceita discutir! É inacreditável! O brasileiro está assistindo a isso. Por isso, ele está dizendo nas pesquisas de opinião pública que não aceita isso. Ele quer o debate; ele quer uma posição. Ele só não quer que nós do Congresso eleitos por ele cruzemos os braços”, finalizou o deputado.
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Imagem: Divulgação
Miranda Neto e Silas Freire
Miranda Neto e Silas Freire Com isso, o deputado destacou a importância de amadurecer o assunto, de discutir o tema. “Eu o convidei, porque eu sou a favor do debate. Parece-me que os contrários à redução da maioridade penal não são favoráveis ao debate. Eu acho que nós temos de amadurecer essa discussão, da mesma forma como eu dei um exemplo hoje: trouxe aqui um contrário à minha opinião”, disse o deputado.
“O Piauí nunca participou ativamente desse tipo de debate, nunca deputados do estado deram tanta importância a essa questão do menor no crime, dando espaço para quem concorda ou discorda com maiores punições a eles”, afirmou Silas Freire.
Já o convidado Miranda Neto aprova a atitude do deputado Silas, de promover a discussão do assunto, de tentar chegar ao melhor entendimento e aproveitou para destacar o trabalho desenvolvido pelo GAV e a esperança que instituições como essa trazem para os jovens: “O GAV trabalha 16 atividades educativas. Nós temos o primeiro grupamento de trânsito mirim do Brasil, trabalhamos com educação de trânsito, defesa civil mirim, aulas de português e matemática, cursos de inglês e francês. Por que dá certo lá e não pode dar certo nas comunidades carentes deste País? Se cada deputado, se cada político deste país ajudasse uma instituição — uma! —, nós não teríamos um monte de adolescentes infratores”, declarou.
Na Comissão Geral foi discutida o Projeto de Lei 7197/2012 que prevê alteração do Estatuto da Criança e do Adolescente- ECA. A proposta é de que o tempo de internação do adolescente que cometer crime hediondo passe dos 3 anos atuais para 8 anos. Mas a discussão do tema encontra muitao resistência por parte daqueles contrários à punição do menor, tanto que o deputado Silas Freire fez um desabafo. “Nem aumentar a penalidade no próprio ECA se aceita discutir! É inacreditável! O brasileiro está assistindo a isso. Por isso, ele está dizendo nas pesquisas de opinião pública que não aceita isso. Ele quer o debate; ele quer uma posição. Ele só não quer que nós do Congresso eleitos por ele cruzemos os braços”, finalizou o deputado.
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