A presidente Dilma Rousseff e o vice-presidente da República Michel Temer se encontraram na manhã desta quarta-feira (20) no gabinete da petista no Palácio do Planalto. O encontro é o primeiro do ano de 2016.
Segundo o G1, a reunião acontece no período de maior desgaste na relação entre Dilma e Temer desde que eles chegaram ao poder, em janeiro de 2011. Interlocutores contam que a conversa teria sido agenda pelo ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, que tem atuado como ponte área entre a presidente e o vice.
Carta
O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) enviou uma carta a presidente Dilma Rousseff falando sobre os "fatores reveladores da desconfiança que o governo tem em relação a ele e ao partido". A assessoria do peemedebista informou que ele não propôs rompimento com o governo e sim a reunificação do país. O fato acontceceu em dezembro do ano passado.
Os assessores de Michel Temer disseram que o vice-presidente ficou surpreso com a divulgação da carta, já que ela foi enviada em caráter pessoal. A correspondência retrata o atual cenário politico, no qual se avalia o processo de impeachment da presidente do Executivo.
Palácio
O Palácio do Planalto não reagiu muito bem com a divulgação da carta do vice-presidente, Michel Temer. A interpretação do governo é de que a correspondência foi uma declaração oficial de rompimento, fato que é negado pela assessoria do peemedebista.
Um auxiliar próximo a presidente Dilma Rousseff classificou a carta como "ridícula". Pessoas próximas a petista ficaram decepcionados com Michel Temer. Na carta, ele chegou a dizer que foi tratado como vice decorativo.
Indignação
Um ministro do Partido dos Trabalhadores (PT) criticou a posição de Michel Temer, declarando que ele não tem voto dentro do partido e fica tentando se equilibrar para manter o poder. O ministro ainda disse que sente vergonha do ato feito pelo vice-presidente.
Imagem: Divulgação
Interlocutores contam que a reunião entre Dilma e Temer teria sido agendada por Jaques Wagner
Interlocutores contam que a reunião entre Dilma e Temer teria sido agendada por Jaques WagnerSegundo o G1, a reunião acontece no período de maior desgaste na relação entre Dilma e Temer desde que eles chegaram ao poder, em janeiro de 2011. Interlocutores contam que a conversa teria sido agenda pelo ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, que tem atuado como ponte área entre a presidente e o vice.
Carta
O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) enviou uma carta a presidente Dilma Rousseff falando sobre os "fatores reveladores da desconfiança que o governo tem em relação a ele e ao partido". A assessoria do peemedebista informou que ele não propôs rompimento com o governo e sim a reunificação do país. O fato acontceceu em dezembro do ano passado.
Os assessores de Michel Temer disseram que o vice-presidente ficou surpreso com a divulgação da carta, já que ela foi enviada em caráter pessoal. A correspondência retrata o atual cenário politico, no qual se avalia o processo de impeachment da presidente do Executivo.
Palácio
O Palácio do Planalto não reagiu muito bem com a divulgação da carta do vice-presidente, Michel Temer. A interpretação do governo é de que a correspondência foi uma declaração oficial de rompimento, fato que é negado pela assessoria do peemedebista.
Um auxiliar próximo a presidente Dilma Rousseff classificou a carta como "ridícula". Pessoas próximas a petista ficaram decepcionados com Michel Temer. Na carta, ele chegou a dizer que foi tratado como vice decorativo.
Indignação
Um ministro do Partido dos Trabalhadores (PT) criticou a posição de Michel Temer, declarando que ele não tem voto dentro do partido e fica tentando se equilibrar para manter o poder. O ministro ainda disse que sente vergonha do ato feito pelo vice-presidente.
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