Novos e-mails mostram que Marcelo Odebrecht e executivos usavam a proximidade com ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ex-diretores da Petrobras para obter contratos em outros países. As provas foram anexadas nos autos da Operação Lava Jato, em que tratam negócios da empreiteira na Argentina, Bolívia e Peru.
Segundo O Estadão, a Polícia Federal acredita que a Odebrecht usou da influência do ex-presidente para fechar o negocio. O ex-diretor Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró e o ex-gerente da estatal Luís Moreira também participaram das trocas de e-mail.
Os agentes federais também destacaram em um relatório, um trecho da mensagem enviada por Odebrecht a Henrique Valladares. O ex-presidente Lula não é investigado na Operação Lava Jato, mas sua atuação em favor de empreiteiras que são alvo da operação tem sido apurada.
Resposta da Odebrecht
A empresa diz que as mensagens são foras de contexto, e informou que mantém relações institucionais transparentes com o ex-presidente de forma condizente com a importância do cargo em benéfico de interesses nacionais. A empresa ainda afirma que a prática é comum nos Estados Unidos e França.
Instituto Lula
A entidade não quis falar sobre o assunto. O ex-presidente Lula já negou que teria feito tráfico de influência em favor da Odebrecht e afirmou que presidentes e ex-presidentes do mundo inteiro defendem as empresas de seus países no exterior.
Investigações
A Receita Federal abriu uma investigação para apurar a movimentação financeira do Instituto Lula, que foi fundado pelo ex-presidente da República Luiz Inácio Lula de Silva. A ação se concentra na relação da instituição com empresas que fizeram doações a entidade. Principalmente a empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato, como Odebrecht e Camargo Correa.
A ação quer saber a origem do dinheiro recebido, como foi gasto e se essas doações foram declaradas tanto pela empresa quanto pelo o próprio instituto. A receita começou a investigar a partir de dados da inteligência da Receita pela Delegacia Especial de Maiores Contribuintes do Rio de Janeiro, sendo que a entidade se localiza em São Paulo.
Segundo O Estadão, a Polícia Federal acredita que a Odebrecht usou da influência do ex-presidente para fechar o negocio. O ex-diretor Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró e o ex-gerente da estatal Luís Moreira também participaram das trocas de e-mail.
Imagem: Werther Santana/Estadão
Lula
LulaOs agentes federais também destacaram em um relatório, um trecho da mensagem enviada por Odebrecht a Henrique Valladares. O ex-presidente Lula não é investigado na Operação Lava Jato, mas sua atuação em favor de empreiteiras que são alvo da operação tem sido apurada.
Resposta da Odebrecht
A empresa diz que as mensagens são foras de contexto, e informou que mantém relações institucionais transparentes com o ex-presidente de forma condizente com a importância do cargo em benéfico de interesses nacionais. A empresa ainda afirma que a prática é comum nos Estados Unidos e França.
Instituto Lula
A entidade não quis falar sobre o assunto. O ex-presidente Lula já negou que teria feito tráfico de influência em favor da Odebrecht e afirmou que presidentes e ex-presidentes do mundo inteiro defendem as empresas de seus países no exterior.
Investigações
A Receita Federal abriu uma investigação para apurar a movimentação financeira do Instituto Lula, que foi fundado pelo ex-presidente da República Luiz Inácio Lula de Silva. A ação se concentra na relação da instituição com empresas que fizeram doações a entidade. Principalmente a empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato, como Odebrecht e Camargo Correa.
A ação quer saber a origem do dinheiro recebido, como foi gasto e se essas doações foram declaradas tanto pela empresa quanto pelo o próprio instituto. A receita começou a investigar a partir de dados da inteligência da Receita pela Delegacia Especial de Maiores Contribuintes do Rio de Janeiro, sendo que a entidade se localiza em São Paulo.
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