A equipe econômica do Governo Federal deve anunciar nesta sexta-feira (19), o corte no orçamento da União de 2016, estipulado em R$ 24 bilhões. Esse é o menor valor nos últimos anos, impactado pelo novo rebaixamento da nota de crédito feito pela agência Standard & Poor’s, segundo o Estadão.
No texto do orçamento, a meta de superávit primário estabelecida - economia para pagar os juros das dívidas - é de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o que equivale a R$ 30,5 bilhões para o setor público, incluindo governo, estados e municípios. Sendo que 0,4% é do governo (R$ 24 bilhões) e 0,1% dos estados e municípios (R$ 6,5 bilhões). Também pode haver alterações da meta para as contas públicas, podendo chegar a um déficit de até 1% do PIB.
Além do corte orçamentário, também será apresentado um pacote de medidas fiscais com a tentativa de reduzir a meta fiscal deste ano. A proposta de reforma fiscal deve ser enviada ao Congresso Nacional e se aprovada, também pode servir para os próximos anos.
Na semana passada, o valor do corte estava previsto entre R$ 16 e R$ 18 bilhões, ainda segundo a reportagem. Porém, após análise, foi visto que esse bloqueio não seria possível. Caso a meta não seja alcançada, as contas continuam no vermelho, ocasionando mais inflação e endividamento público.
A decisão do anúncio foi feita na noite de ontem (18), após uma reunião entre a presidente Dilma Rousseff e os integrantes da Junta Orçamentária, os ministros da Fazenda, Nelson Barbosa; do Planejamento, Orçamento e Gestão, Valdir Salmão e o da Casa Civil, Jaques Wagner.
No texto do orçamento, a meta de superávit primário estabelecida - economia para pagar os juros das dívidas - é de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o que equivale a R$ 30,5 bilhões para o setor público, incluindo governo, estados e municípios. Sendo que 0,4% é do governo (R$ 24 bilhões) e 0,1% dos estados e municípios (R$ 6,5 bilhões). Também pode haver alterações da meta para as contas públicas, podendo chegar a um déficit de até 1% do PIB.
Além do corte orçamentário, também será apresentado um pacote de medidas fiscais com a tentativa de reduzir a meta fiscal deste ano. A proposta de reforma fiscal deve ser enviada ao Congresso Nacional e se aprovada, também pode servir para os próximos anos.
Na semana passada, o valor do corte estava previsto entre R$ 16 e R$ 18 bilhões, ainda segundo a reportagem. Porém, após análise, foi visto que esse bloqueio não seria possível. Caso a meta não seja alcançada, as contas continuam no vermelho, ocasionando mais inflação e endividamento público.
A decisão do anúncio foi feita na noite de ontem (18), após uma reunião entre a presidente Dilma Rousseff e os integrantes da Junta Orçamentária, os ministros da Fazenda, Nelson Barbosa; do Planejamento, Orçamento e Gestão, Valdir Salmão e o da Casa Civil, Jaques Wagner.

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