O Ministério Público enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de abertura de um novo inquérito envolvendo o presidente do Senado, Renan Claheiros (PMDB-AL).
Segundo o Estadão, o pedido enviado na última sexta-feira (19), contem 1.922 páginas distribuídas em nove volumes e pede a investigação contra o senador pelos crimes de peculato (crime contra a administração pública) e lavagem de dinheiro.
O relator do caso, o ministro Edson Fachin, também é o responsável por outra investigação que envolve Renan, onde ele é acusado de falsidade ideológica, uso de documento falso e peculato. O presidente do Senado é alvo de seis inquéritos na Lava Jato, de acordo com o G1.
A nova apuração que corre em segredo de justiça está ligada a uma denúncia na Corte sobre a aceitação de propina para o pagamento de despesas pessoais. Conforme o inquérito, o dinheiro foi usado para pagar a pensão de uma filha que ele teve fora do casamento. Por conta disso, o presidente do Senado teria falsificado documentos para usar como justificativa das notas fiscais. O caso revelado em 2007 está no STF desde 2013.
A defesa de Renan, o advogado Eugênio Pacelli, afirma que as operações financeiras dele foram legalmente contabilizadas, sendo todas resultantes de subsídios parlamentares, vendas de imóveis, venda de gado e empréstimos financeiros.
Segundo o Estadão, o pedido enviado na última sexta-feira (19), contem 1.922 páginas distribuídas em nove volumes e pede a investigação contra o senador pelos crimes de peculato (crime contra a administração pública) e lavagem de dinheiro.
O relator do caso, o ministro Edson Fachin, também é o responsável por outra investigação que envolve Renan, onde ele é acusado de falsidade ideológica, uso de documento falso e peculato. O presidente do Senado é alvo de seis inquéritos na Lava Jato, de acordo com o G1.
A nova apuração que corre em segredo de justiça está ligada a uma denúncia na Corte sobre a aceitação de propina para o pagamento de despesas pessoais. Conforme o inquérito, o dinheiro foi usado para pagar a pensão de uma filha que ele teve fora do casamento. Por conta disso, o presidente do Senado teria falsificado documentos para usar como justificativa das notas fiscais. O caso revelado em 2007 está no STF desde 2013.
A defesa de Renan, o advogado Eugênio Pacelli, afirma que as operações financeiras dele foram legalmente contabilizadas, sendo todas resultantes de subsídios parlamentares, vendas de imóveis, venda de gado e empréstimos financeiros.

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