O Procurador-Geral da República (PGR), Rodrigo Janot, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o pedido de abertura do sétimo inquérito contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O processo será analisado pelo relator da Lava Jato no STF, o ministro Teori Zavascki.
De acordo com a Veja, a denúncia revelada pelo delator Carlos Alexandre de Souza Rocha (conhecido como Ceará) – acusado de distribuir dinheiro sujo a políticos envolvidos no esquema fraudulento - aponta que o senador teria recebido propina para barrar investigações de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre irregularidades na Petrobras.
Ainda segundo a Veja, Ceará afirmou que ouviu do doleiro Alberto Yousseff que Renan teria recebido dois milhões de reais para abolir a CPI. Ele cita também que a ‘mesada gorda’ era repartida a outros políticos, como ao ex-ministro das Cidades Mario Negromonte (PP-BA) e para o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR).
A assessoria de Renan Calheiros ressalta que a chance dele ter participado do esquema de corrupção na Petrobras é ‘zero’ e reiterou ainda, que o senador desconhece a pessoa chamada de Ceará e o doleiro Yousseff.
Além dos outros seis inquéritos da Lava Jato, Renan ainda é investigado desde 2013, de pagar através de lavagem de dinheiro, despesas pessoais de uma filha que teve fora do casamento, segundo o G1.
De acordo com a Veja, a denúncia revelada pelo delator Carlos Alexandre de Souza Rocha (conhecido como Ceará) – acusado de distribuir dinheiro sujo a políticos envolvidos no esquema fraudulento - aponta que o senador teria recebido propina para barrar investigações de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre irregularidades na Petrobras.
Ainda segundo a Veja, Ceará afirmou que ouviu do doleiro Alberto Yousseff que Renan teria recebido dois milhões de reais para abolir a CPI. Ele cita também que a ‘mesada gorda’ era repartida a outros políticos, como ao ex-ministro das Cidades Mario Negromonte (PP-BA) e para o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR).
A assessoria de Renan Calheiros ressalta que a chance dele ter participado do esquema de corrupção na Petrobras é ‘zero’ e reiterou ainda, que o senador desconhece a pessoa chamada de Ceará e o doleiro Yousseff.
Além dos outros seis inquéritos da Lava Jato, Renan ainda é investigado desde 2013, de pagar através de lavagem de dinheiro, despesas pessoais de uma filha que teve fora do casamento, segundo o G1.

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