O deputado estadual e pré-candidato a prefeito de Teresina, Dr. Pessoa (PSD), visitou a sede do GP1 e discorreu sobre diversos temas que vão desde uma avaliação crítica do cenário político atual até o aparecimento de políticos piauienses – Wellington Dias (PT), Heráclito Fortes (PSB), Ciro Nogueira (PP) e Firmino Filho (PSDB) – na planilha de pagamentos da empresa Odebrecht durante investigação da 26ª Fase da Operação Lava Jato.
Dr. Pessoa também falou a respeito da escolha do vice e deixou claro que, se for eleito, vai promover uma administração diferenciada.
GP1: Como surgiu a pré-candidatura de Dr. Pessoa a prefeito?
GP1: E o cenário político atual, como o senhor analisa?
Dr. Pessoa: Quem criou esse cenário foi a incompetência da presidente Dilma e do Poder Legislativo. Eu sempre digo que ela não é a principal culpada, mas não teve a competência de administrar os problemas. Ela está cercada de atores que não têm compromisso com o Brasil, e sim, com o próprio umbigo e com grupos isolados.
GP1: O deputado defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff?
Dr. Pessoa: Já me chamaram para defender o impeachment, mas eu disse que isso deveria vir da Constituição brasileira e não de grupos políticos daqui ou dali que, na grande maioria, não tem idoneidade de cuidar do que é público. A Constituição e as leis é que vão dizer se ela será cassada ou não. Não vou pra rua dizer fora Dilma, se ao mesmo tempo eu me pergunto: quem vai cuidar do Brasil? O Eduardo Cunha? O Michel Temer? A Constituição e a Justiça é quem vão dizer o destino do país.
GP1: Como o senhor analisa a divulgação dos nomes dos quatro piauienses nas listas de pagamentos da empresa Odebrecht?
Dr. Pessoa: Eu me envergonharia se meu nome saísse nos jornais, embora seja cedo para fazer julgamentos. Mas, quem deve ir atrás disso é a Justiça. Só posso dizer de minha pessoa que eu gostaria que o Sérgio Moro investigasse a minha vida desde que nasci, lá no interior, até hoje. Isso serviria para que as pessoas pudessem comparar e fazer sua escolha sabendo da real verdade. Era bom se tivesse um Moro em cada estado da federação, ou em cada município. Infelizmente, a grande maioria dos parlamentares chegou ao poder por meio da corrupção e isso é nocivo.
GP1: Quando será escolhido o nome que vai compor chapa como seu vice?
Dr. Pessoa: Eu tenho sentido que a convergência maior é pra o poder e eu só tenho a oferecer a minha história, dignidade de fazer melhor por Teresina e cuidar do próximo. O lado de lá é pelo dinheiro, pelo viés do poder econômico. Por isso, provavelmente eu venha com um grupo bem reduzido.
GP1: O senhor tem visitado algumas entidades. Qual o objetivo dessas atividades?
Dr. Pessoa: Eu tenho desejo de elaborar um plano de governo visitando as entidades de classe e pedindo o apoio, não como pré-candidato, mas sim, para que juntos fizéssemos um plano para atender a toda sociedade. Desde a saúde, educação, segurança e também, as ações sociais. Esse tem sido um de nossos objetivos, constatar as necessidades para ter subsídios para trabalhá-las. Não podemos concordar que as coisas sejam colocadas no papel, sem que ninguém adote ações concretas para resolvê-las.
GP1: Que mensagem o senhor quer deixar aos teresinenses?
Dr. Pessoa: Se cuidarmos bem da família, da educação, da saúde com bons representantes brasileiros, com certeza esse quadro mudará. O Brasil de hoje não está atendendo as necessidades da sociedade. Isso vai de presidente até vereador, ou seja, em todas as esferas. Claro que existem exceções, mas a maioria dos políticos tem uma postura corrupta, perversa.
Dr. Pessoa também falou a respeito da escolha do vice e deixou claro que, se for eleito, vai promover uma administração diferenciada.
GP1: Como surgiu a pré-candidatura de Dr. Pessoa a prefeito?
Imagem: Bruna Dias/GP1
Dr. Pessoa
Dr. Pessoa: Desde pequeno que eu venho lidando com essa questão social e popular. Começaram a fazer umas pesquisas oficiais e extraoficiais e daí o povo de Teresina reclamava porque eu não estava lá. Foi assim que chegamos até aqui, graças à generosidade e discernimento do povo, passei a ser notado. Daquela data em diante eu venho crescendo na preferência dos teresinenses.
Dr. PessoaGP1: E o cenário político atual, como o senhor analisa?
Dr. Pessoa: Quem criou esse cenário foi a incompetência da presidente Dilma e do Poder Legislativo. Eu sempre digo que ela não é a principal culpada, mas não teve a competência de administrar os problemas. Ela está cercada de atores que não têm compromisso com o Brasil, e sim, com o próprio umbigo e com grupos isolados.
GP1: O deputado defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff?
Dr. Pessoa: Já me chamaram para defender o impeachment, mas eu disse que isso deveria vir da Constituição brasileira e não de grupos políticos daqui ou dali que, na grande maioria, não tem idoneidade de cuidar do que é público. A Constituição e as leis é que vão dizer se ela será cassada ou não. Não vou pra rua dizer fora Dilma, se ao mesmo tempo eu me pergunto: quem vai cuidar do Brasil? O Eduardo Cunha? O Michel Temer? A Constituição e a Justiça é quem vão dizer o destino do país.
Imagem: Bruna Dias/GP1
Dr. Pessoa fala sobre impeachment da presidente Dilma Rousseff
Dr. Pessoa fala sobre impeachment da presidente Dilma RousseffGP1: Como o senhor analisa a divulgação dos nomes dos quatro piauienses nas listas de pagamentos da empresa Odebrecht?
Dr. Pessoa: Eu me envergonharia se meu nome saísse nos jornais, embora seja cedo para fazer julgamentos. Mas, quem deve ir atrás disso é a Justiça. Só posso dizer de minha pessoa que eu gostaria que o Sérgio Moro investigasse a minha vida desde que nasci, lá no interior, até hoje. Isso serviria para que as pessoas pudessem comparar e fazer sua escolha sabendo da real verdade. Era bom se tivesse um Moro em cada estado da federação, ou em cada município. Infelizmente, a grande maioria dos parlamentares chegou ao poder por meio da corrupção e isso é nocivo.
GP1: Quando será escolhido o nome que vai compor chapa como seu vice?
Dr. Pessoa: Eu tenho sentido que a convergência maior é pra o poder e eu só tenho a oferecer a minha história, dignidade de fazer melhor por Teresina e cuidar do próximo. O lado de lá é pelo dinheiro, pelo viés do poder econômico. Por isso, provavelmente eu venha com um grupo bem reduzido.
Imagem: Bruna Dias/GP1
Vice do Dr. Pessoa vai sair da oposição
Estamos andando, eu, o meu partido e o deputado Júlio César que tem nos auxiliado. Já vieram me dizer que o poder econômico local quer me deixar nu com as mãos no bolso. Mas, isso não vai acontecer porque eu tenho o principal que é Deus e o povo ao meu lado. Esse povo tem depositado em minha pré-candidatura uma grande esperança. Por isso, o nosso nome tem se sustentado. A gente tem conversado com alguns partidos da oposição e é desse grupo que devemos tirar o nosso vice. Para isso, os entendimentos estão em andamento.
Vice do Dr. Pessoa vai sair da oposiçãoGP1: O senhor tem visitado algumas entidades. Qual o objetivo dessas atividades?
Dr. Pessoa: Eu tenho desejo de elaborar um plano de governo visitando as entidades de classe e pedindo o apoio, não como pré-candidato, mas sim, para que juntos fizéssemos um plano para atender a toda sociedade. Desde a saúde, educação, segurança e também, as ações sociais. Esse tem sido um de nossos objetivos, constatar as necessidades para ter subsídios para trabalhá-las. Não podemos concordar que as coisas sejam colocadas no papel, sem que ninguém adote ações concretas para resolvê-las.
GP1: Que mensagem o senhor quer deixar aos teresinenses?
Dr. Pessoa: Se cuidarmos bem da família, da educação, da saúde com bons representantes brasileiros, com certeza esse quadro mudará. O Brasil de hoje não está atendendo as necessidades da sociedade. Isso vai de presidente até vereador, ou seja, em todas as esferas. Claro que existem exceções, mas a maioria dos políticos tem uma postura corrupta, perversa.
Imagem: Bruna Dias/GP1
"O Brasil de hoje não está atendendo as necessidades da sociedade", diz Dr. Pessoa
Se eu chegar a ser eleito, não vou brincar. Farei a diferença na administração municipal de Teresina. Não é cassa as bruxas, mas quem quiser se aproximar de mim com desejo de bem servir ao povo, de fazer o correto, pode chegar. No entanto, aqueles que quiserem se aproveitar da pobreza, da miséria e vulnerabilidade do povo, fique no blocão pra lá. Não vai ser ao lado do Dr. Pessoa.
"O Brasil de hoje não está atendendo as necessidades da sociedade", diz Dr. Pessoa
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Germana Chaves
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