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Política

"Dilma deveria renunciar ao cargo", declara Marden Menezes

"(...) presidente Dilma Rousseff, que deveria renunciar ao cargo para sair de maneira honrosa, diante do afastamento iminente", afirmou.

Em eleição marcada para esta segunda-feira (25), o plenário do Senado deve ratificar os 21 nomes apresentados pelos partidos para compor a comissão especial que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Depois disso, a comissão terá até 10 dias para emitir parecer, a ser levado a plenário, favorável ou contrário à instauração do processo de afastamento.

Para o presidente estadual do PSDB, o deputado estadual Marden Menezes, este será um momento determinante na história do país, que precisará de muita maturidade durante a transição política ocorrerá em breve.
Imagem: Rayane Trajano/GP1Marden Menezes(Imagem:Rayane Trajano/GP1)Marden Menezes
“A transição política precisa acontecer sem atropelos, em respeito à Constituição Federal e às instituições, caso o Senado confirme a vontade da Câmara Federal. O Brasil agora caminha conforme o desejo das ruas e do Congresso. Por isso, é preciso muita maturidade política para a transição política que se aproxima”, defendeu o parlamentar acrescentando que o SupremoTribunal Federal legitimou o processo de impeachment de Dilma Rousseff, de acordo com os preceitos constitucionais.

Para o tucano, não restam dúvidas que a presidente cometeu crime de responsabilidade. “O coração do brasileiro pulsa por mudanças, para sair do mar de corrução. O PT que encabeçou pedidos de impeachment contra os ex -presidentes Fernando Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, e agora diz que esse processo é golpe? Falta coerência nesse argumento. O bom seria se, ao invés de tudo que o país está passando, existisse uma crise de consciência da presidente Dilma Rousseff, que deveria renunciar ao cargo para sair de maneira honrosa, diante do afastamento iminente”, opinou Marden.

A continuidade do processo impeachment da presidente Dilma Rousseff será iniciada caso tenha o voto favorável de 41 dos 81 senadores (metade do plenário). O mesmo quórum é exigido para aprovar a abertura do julgamento. Para que o impeachment seja aprovado, é necessário o voto de 54 senadores (dois terços do total).

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