Com mais duas investigações autorizadas ontem pelo (26) ministro e relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) reclamou de “celeridade” nos inquéritos contra ele. Atualmente, já são cinco contra o peemedebista.
Os dois últimos inquéritos estão sob segredo de justiça. “Eu soube [da abertura dos inquéritos] pelo procurador-geral [Rodrigo Janot] na sexta-feira passada. Não sei, nem conheço o conteúdo, é secreto. Aliás, é impressionante a celeridade como se trata comigo, a seletividade e celeridade quando se tratam comigo. Deveria ter o procurador-geral da República a mesma celeridade com os demais investigados que existem lá. Eu não vi nenhuma outra denúncia ser apresentada contra quem quer que seja”, declarou Cunha na noite de ontem, segundo o ‘G1’.
Outras denúncias
A PGR aponta que os cinco milhões de dólares recebidos por Cunha fez parte de uma propina de cerca de 40 milhões acordados com o representante da Samsung Heavy Industries, Júlio Camargo, com o intermediador do caso, o lobista Fernando Baiano e com o diretor internacional da Petrobras, Nestor Cerveró.
O peemedebista também é alvo de processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados sob a acusação de ter mentido aos colegas durante a CPI da Petrobras que não possuía contas bancárias no exterior. Pouco tempo depois foi descoberto que existem contas na Suíça das quais ele, a esposa Cláudia Cruz e a filha Danielle Cunha são beneficiários.
Outra denúncia que corre contra ele no STF é sobre o suposto recebimento de R$ 52 milhões de propina pela obra no Porto Maravilha, construída pela OAS, Odebrecht e Carioca Christiani Nielsen Engenharia.
Em dezembro de 2015, Janot pediu ao STF o afastamento de Cunha da presidência da Câmara alegando 11 fatos que provam que Cunha se aproveitou do cargo para Casa "para intimidar colegas, réus e advogados para não assinarem acordos de delação premiada ".
O presidente da Câmara virou réu na Operação Lava Jato no dia 03 de março, após votação unânimeno Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A defesa dele nega o recebimento de vantagens indevidas.
Imagem: Veja
Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha
Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo CunhaOs dois últimos inquéritos estão sob segredo de justiça. “Eu soube [da abertura dos inquéritos] pelo procurador-geral [Rodrigo Janot] na sexta-feira passada. Não sei, nem conheço o conteúdo, é secreto. Aliás, é impressionante a celeridade como se trata comigo, a seletividade e celeridade quando se tratam comigo. Deveria ter o procurador-geral da República a mesma celeridade com os demais investigados que existem lá. Eu não vi nenhuma outra denúncia ser apresentada contra quem quer que seja”, declarou Cunha na noite de ontem, segundo o ‘G1’.
Outras denúncias
A PGR aponta que os cinco milhões de dólares recebidos por Cunha fez parte de uma propina de cerca de 40 milhões acordados com o representante da Samsung Heavy Industries, Júlio Camargo, com o intermediador do caso, o lobista Fernando Baiano e com o diretor internacional da Petrobras, Nestor Cerveró.
O peemedebista também é alvo de processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados sob a acusação de ter mentido aos colegas durante a CPI da Petrobras que não possuía contas bancárias no exterior. Pouco tempo depois foi descoberto que existem contas na Suíça das quais ele, a esposa Cláudia Cruz e a filha Danielle Cunha são beneficiários.
Outra denúncia que corre contra ele no STF é sobre o suposto recebimento de R$ 52 milhões de propina pela obra no Porto Maravilha, construída pela OAS, Odebrecht e Carioca Christiani Nielsen Engenharia.
Em dezembro de 2015, Janot pediu ao STF o afastamento de Cunha da presidência da Câmara alegando 11 fatos que provam que Cunha se aproveitou do cargo para Casa "para intimidar colegas, réus e advogados para não assinarem acordos de delação premiada ".
O presidente da Câmara virou réu na Operação Lava Jato no dia 03 de março, após votação unânimeno Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A defesa dele nega o recebimento de vantagens indevidas.
Ver todos os comentários | 0 |