A senadora Regina Sousa (PT-PI) usou mais uma vez as redes sociais para comentar sobre as ações da Polícia Federal na Operação Lava Jato. Na postagem feita no Facebook, nesta quinta-feira (23), ela criticou também os critérios de noticiabilidade utilizados pela imprensa nacional diante das delações e denúncias feitas nas etapas da operação.
A piauiense não escondeu seu inconformismo com a prisão do esposo da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento e das Comunicações no governo Lula, cuja residência foi objeto de ação de busca e apreensão pela Polícia Federal, nesta manhã. Regina fala em mudança de foco dos acontecimentos.
“Polícia federal volta a dar espetáculo pra mídias. Não procuram nem disfarçar, numa quinta- feira, no fechamento das revistas semanais, que estavam sem pauta, porque não interessa o vídeo do Sérgio Guerra feito em 2009 em companhias suspeitas, nem a morte de um dos empresários envolvidos na operação turbulência, com prisão decretada. A causa da morte não importa, já definiram como suicídio. Não que não fizesse o que queriam ou precisavam, não precisava o espetáculo. Afinal, alguém viu o FHC saindo pra depor, chegando à polícia federal, no caso do envio de dinheiro pra amante? Quando se fala em seletividade, é isso. Tiraram o foco de algo muito maior, o jatinho de Eduardo Campos remeteu à máfia dos pneus, que tem tudo a ver com Mendonça Filho, ministro da Educação”, escreveu no Facebook.
A piauiense não escondeu seu inconformismo com a prisão do esposo da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento e das Comunicações no governo Lula, cuja residência foi objeto de ação de busca e apreensão pela Polícia Federal, nesta manhã. Regina fala em mudança de foco dos acontecimentos.
Imagem: Divulgação/Facebook
Senadora critica atividades da Polícia Federal
Nota na ìntegra
Senadora critica atividades da Polícia Federal“Polícia federal volta a dar espetáculo pra mídias. Não procuram nem disfarçar, numa quinta- feira, no fechamento das revistas semanais, que estavam sem pauta, porque não interessa o vídeo do Sérgio Guerra feito em 2009 em companhias suspeitas, nem a morte de um dos empresários envolvidos na operação turbulência, com prisão decretada. A causa da morte não importa, já definiram como suicídio. Não que não fizesse o que queriam ou precisavam, não precisava o espetáculo. Afinal, alguém viu o FHC saindo pra depor, chegando à polícia federal, no caso do envio de dinheiro pra amante? Quando se fala em seletividade, é isso. Tiraram o foco de algo muito maior, o jatinho de Eduardo Campos remeteu à máfia dos pneus, que tem tudo a ver com Mendonça Filho, ministro da Educação”, escreveu no Facebook.
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