Nesta quarta-feira (14), o presidente Michel Temer negou que seu governo tenha como “objetivo central destruir a saúde, a educação e o direito dos trabalhadores”. Temer disse que que as mudanças na jornada de trabalho ainda estão em discussão, além disso, informou que vai combater versões divulgadas em redes sociais sobre esse assunto.
"Não é o que se alardeia, não é o que se divulga. Então se deixa de reproduzir a verdade dos fatos, e isso cria problemas para nós. Porque, convenhamos, é muito desagradável imaginar que um governo seja tão estupidificado, tão idiota, que chega ao poder para restringir o direito de trabalhadores, acabar com saúde e acabar com a educação. As redes sociais têm um poder extraordinário. É preciso combatê-los [os boatos], e eu vou combatê-los", disse.
De acordo com o G1, o presidente ainda comentou sobre a polêmica envolvendo o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que falou em oficializar a carga horaria diária para 12 horas de trabalho. Segundo Temer, a proposta “bombou” nas redes sociais de forma equivocada.
Além disso, Temer citou a possibilidade de redução do número de dias trabalhados. “Quem sabe o trabalhador passe a trabalhar apenas quatro dias por semana e folgar três dias. Ou se quiser, pode trabalhar esses outros dias da maneira como bem entenda”, finalizou Temer.
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