Para atender à política de saúde mental que está sendo adotada em todo o país, a Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Saúde (FMS), discute com seus profissionais uma estratégia de atenção aos portadores de transtornos mentais. Nesta etapa, a discussão envolve coordenadores de regionais e diretores de unidades de saúde do município.
A intenção é preparar os profissionais da rede municipal de saúde para lidar com os usuários de álcool e outras drogas e com os que sofrem de transtornos mentais, seguindo uma política nacional recomendada pelo Ministério da Saúde. Nesse novo contexto, o tratamento deve contemplar ações intersetoriais com ênfase nos direitos humanos, assistência social, educação, cultura, justiça, trabalho, esporte e demais ações que visem à inclusão e à reabilitação psicossocial.
Um novo protocolo, elaborado com base em experiências vividas por profissionais de outras capitais brasileiras e de Teresina e que vem sendo discutido pelos profissionais de saúde mental, traz orientações sobre fluxo de atendimento, contenção física e química e abstinência alcoólica. O documento recomenda o tratamento de portadores de transtornos mentais em serviços hospitalares regionais ou de atenção psicossocial (CAPS), evitando as internações em hospitais psiquiátricos.
De acordo com a técnica em saúde mental da FMS, enfermeira Amparo Oliveira, a discussão do protocolo vem ocorrendo em diversos níveis profissionais. O debate já envolveu psiquiatras, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais que compõem as equipes formadas para trabalhar nos CAPS, mantidos pela FMS.
A expansão dos CAPS, que está sendo feita conforme a complexidade de atendimento, também faz parte do processo de implantação da nova política de saúde mental, assim como a reestruturação de alguns hospitais do município em relação à reserva de leitos. Profissionais que trabalham nos setores de urgência e emergência estão sendo treinados para atender usuários em crise. Amparo Oliveira enfatizou que tudo está sendo feito com o propósito de garantir acessibilidade e eficiência no serviço.
Por meio de parceria entre a rede de saúde mental e a atenção básica do município, profissionais da Estratégia de Saúde da Família serão treinados para melhor abordagem e manejo adequado em situações de contato com portadores de transtornos mentais.
A intenção é preparar os profissionais da rede municipal de saúde para lidar com os usuários de álcool e outras drogas e com os que sofrem de transtornos mentais, seguindo uma política nacional recomendada pelo Ministério da Saúde. Nesse novo contexto, o tratamento deve contemplar ações intersetoriais com ênfase nos direitos humanos, assistência social, educação, cultura, justiça, trabalho, esporte e demais ações que visem à inclusão e à reabilitação psicossocial.
Um novo protocolo, elaborado com base em experiências vividas por profissionais de outras capitais brasileiras e de Teresina e que vem sendo discutido pelos profissionais de saúde mental, traz orientações sobre fluxo de atendimento, contenção física e química e abstinência alcoólica. O documento recomenda o tratamento de portadores de transtornos mentais em serviços hospitalares regionais ou de atenção psicossocial (CAPS), evitando as internações em hospitais psiquiátricos.
De acordo com a técnica em saúde mental da FMS, enfermeira Amparo Oliveira, a discussão do protocolo vem ocorrendo em diversos níveis profissionais. O debate já envolveu psiquiatras, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais que compõem as equipes formadas para trabalhar nos CAPS, mantidos pela FMS.
A expansão dos CAPS, que está sendo feita conforme a complexidade de atendimento, também faz parte do processo de implantação da nova política de saúde mental, assim como a reestruturação de alguns hospitais do município em relação à reserva de leitos. Profissionais que trabalham nos setores de urgência e emergência estão sendo treinados para atender usuários em crise. Amparo Oliveira enfatizou que tudo está sendo feito com o propósito de garantir acessibilidade e eficiência no serviço.
Por meio de parceria entre a rede de saúde mental e a atenção básica do município, profissionais da Estratégia de Saúde da Família serão treinados para melhor abordagem e manejo adequado em situações de contato com portadores de transtornos mentais.
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