A Gerência de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS) realiza, esta semana, borrifação em áreas de Teresina que já apresentaram casos de calazar em humanos. A ação da Prefeitura de Teresina visa o controle da Leishmaniose Visceral nas áreas de bloqueio e a diminuição da incidência da doença na capital.
A borrifação é realizada em áreas de bloqueio, que são locais com casos notificados de Leishmaniose Visceral. Os agentes de endemia desenvolvem o controle químico, com a utilização de inseticida para a eliminação do vetor transmissor da doença. Até semana passada, a ação foi desenvolvida no bairro Renascença; e durante toda esta semana, as equipes estarão visitando o bairro Matadouro e Parque Progresso.
A médica veterinária Rosângela Cavalcante, coordenadora da Equipe Técnica de Controle de Raiva, Leishmaniose e outras Zoonoses, ressalta a importância dessa operação de controle da doença em Teresina, que somente nos últimos três anos registrou 91 casos de calazar humano em dez bairros da cidade que se caracterizam como de transmissão intensa e de transmissão moderada. "É fundamental que, além do trabalho desenvolvido pelas equipes da Gerência de Zoonoses, os moradores também colaborem, seja recebendo os agentes de endemias, seja estimulando medidas de proteção individual", comenta a coordenadora.
A borrifação é realizada em áreas de bloqueio, que são locais com casos notificados de Leishmaniose Visceral. Os agentes de endemia desenvolvem o controle químico, com a utilização de inseticida para a eliminação do vetor transmissor da doença. Até semana passada, a ação foi desenvolvida no bairro Renascença; e durante toda esta semana, as equipes estarão visitando o bairro Matadouro e Parque Progresso.
A médica veterinária Rosângela Cavalcante, coordenadora da Equipe Técnica de Controle de Raiva, Leishmaniose e outras Zoonoses, ressalta a importância dessa operação de controle da doença em Teresina, que somente nos últimos três anos registrou 91 casos de calazar humano em dez bairros da cidade que se caracterizam como de transmissão intensa e de transmissão moderada. "É fundamental que, além do trabalho desenvolvido pelas equipes da Gerência de Zoonoses, os moradores também colaborem, seja recebendo os agentes de endemias, seja estimulando medidas de proteção individual", comenta a coordenadora.
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