A Secretaria da Educação do Estado do Piauí (Seduc) e a Secretaria Municipal de Educação (Semec) promoveram, na manhã desta terça-feira (31), uma caminhada anti-tabagismo. Cerca de 39 escolas da zona sul participaram do evento. Gerentes, professores e alunos caminharam pela Praça do Parque Piauí. O evento teve início às 8 horas.
O Dia Mundial sem Tabaco foi instituído pela Organização Mundial da Saúde em 1987. A data veio consolidar os avanços alcançados durante a década de 80 na área de políticas públicas, voltadas para a prevenção e o controle do tabagismo. A data provoca a sensibilização à população quanto aos graves problemas de saúde causados pelo uso dos produtos derivados do tabaco e estimula a reflexão em torno das leis de regulamentação da produção, da propaganda e do consumo do tabaco.
“É importante participarmos dessa caminhada. Através desse evento as pessoas se conscientizam que o tabaco faz mal pra todo mundo”, disse Wesley Oliveira, aluno da Unidade Escolar Lourival Parente.
De acordo com Teresinha de Jesus Oliveira, técnica da Seduc, além das escolas, vários parceiros participaram, Universidade Federal do Piauí (UFPI), quatro faculdades privadas, Fundação Municipal de Saúde (FMS), dentre outros. “Cada escola produziu o seu material e as faculdades montaram estandes com informações relativas à saúde e bem-estar”, disse a professora.
Layane Magalhães, estudante do 7º bloco de Enfermagem e participante do evento, falou que está colocando em prática o que aprende. “Estou adquirindo mais experiências, ensinando à comunidade como prevenir doenças, incentivando a fazerem atividade física, medindo o Índice de Massa Corpórea (IMC), informando os procedimentos a serem tomados após os resultados”.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, o crescimento das doenças crônicas não-transmissíveis representa um grande desafio para a saúde pública. Para alguns países, não é exagero descrever a situação como uma catástrofe iminente.
No Brasil, 16% da população são fumantes, o que corresponde a um número de 32 milhões de pessoas. No mundo, o número de tabagistas corresponde a 1,1 bilhão de pessoas. Este número aumenta ainda mais se levarmos em conta os fumantes passivos.
Para o diretor-clínico do IBCC, Marcelo Alvarenga Calil, não há dúvidas de que é preciso vencer o tabagismo para ganhar a luta contra o câncer. “Combater o tabagismo é uma das principais atitudes para uma melhor qualidade de vida e, principalmente, para diminuir drasticamente as chances de desenvolver um câncer. Apesar de saber que o câncer pode ser causado por diferentes motivos, temos ciência de que o tabaco potencializa as predisposições”.
O Dia Mundial sem Tabaco foi instituído pela Organização Mundial da Saúde em 1987. A data veio consolidar os avanços alcançados durante a década de 80 na área de políticas públicas, voltadas para a prevenção e o controle do tabagismo. A data provoca a sensibilização à população quanto aos graves problemas de saúde causados pelo uso dos produtos derivados do tabaco e estimula a reflexão em torno das leis de regulamentação da produção, da propaganda e do consumo do tabaco.
“É importante participarmos dessa caminhada. Através desse evento as pessoas se conscientizam que o tabaco faz mal pra todo mundo”, disse Wesley Oliveira, aluno da Unidade Escolar Lourival Parente.
De acordo com Teresinha de Jesus Oliveira, técnica da Seduc, além das escolas, vários parceiros participaram, Universidade Federal do Piauí (UFPI), quatro faculdades privadas, Fundação Municipal de Saúde (FMS), dentre outros. “Cada escola produziu o seu material e as faculdades montaram estandes com informações relativas à saúde e bem-estar”, disse a professora.
Layane Magalhães, estudante do 7º bloco de Enfermagem e participante do evento, falou que está colocando em prática o que aprende. “Estou adquirindo mais experiências, ensinando à comunidade como prevenir doenças, incentivando a fazerem atividade física, medindo o Índice de Massa Corpórea (IMC), informando os procedimentos a serem tomados após os resultados”.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, o crescimento das doenças crônicas não-transmissíveis representa um grande desafio para a saúde pública. Para alguns países, não é exagero descrever a situação como uma catástrofe iminente.
No Brasil, 16% da população são fumantes, o que corresponde a um número de 32 milhões de pessoas. No mundo, o número de tabagistas corresponde a 1,1 bilhão de pessoas. Este número aumenta ainda mais se levarmos em conta os fumantes passivos.
Para o diretor-clínico do IBCC, Marcelo Alvarenga Calil, não há dúvidas de que é preciso vencer o tabagismo para ganhar a luta contra o câncer. “Combater o tabagismo é uma das principais atitudes para uma melhor qualidade de vida e, principalmente, para diminuir drasticamente as chances de desenvolver um câncer. Apesar de saber que o câncer pode ser causado por diferentes motivos, temos ciência de que o tabaco potencializa as predisposições”.

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