Uma Portaria da Secretaria de Estado da Saúde, publicada no Diário Oficial em 7 de julho, torna obrigatório o registro da frequência dos servidores nos órgãos da pasta pelos setores competentes de cada unidade administrativa. A Portaria diz que cada setor deverá informar à Diretoria de Unidade de Gestão de Pessoas (DUGP), o nome e matrícula dos servidores lotados, no prazo de dez dias, tão logo tome conhecimento do documento.
Cada setor administrativo, inclusive hospitais, deverá, mensalmente, enviar relatório, por cada servidor, especificando a frequência do mês anterior, acompanhada de eventuais justificativas para faltas e atrasos, devidamente ratificadas pelo superior hierárquico. A medida atinge médicos, enfermeiros e demais servidores da Sesapi, que possui atualmente um quadro de pessoal composto de 14.555 funcionários, dos quais 8.581 são efetivos.
Para a secretária Lilian Martins, a medida moralizadora está em consonância com o modelo de gestão adotado pelo Governo do Estado. “Quem está no serviço público tem que servir e, assim como no setor privado, está submetido a regras que devem ser cumpridas. O serviço público é uma missão nobre”, disse a secretária, ressaltando que o objetivo é a melhora no atendimento. “Tudo que for para melhorar o acesso da população à saúde pode ter certeza que farei”, afirma a gestora. Ainda segundo a Portaria, caso não sejam cumpridas as determinações, a DUGP ficará encarregada de tomar as providências cabíveis. Os servidores faltosos ficarão sujeitos as sanções administrativas previstas na lei.
Cada setor administrativo, inclusive hospitais, deverá, mensalmente, enviar relatório, por cada servidor, especificando a frequência do mês anterior, acompanhada de eventuais justificativas para faltas e atrasos, devidamente ratificadas pelo superior hierárquico. A medida atinge médicos, enfermeiros e demais servidores da Sesapi, que possui atualmente um quadro de pessoal composto de 14.555 funcionários, dos quais 8.581 são efetivos.
Para a secretária Lilian Martins, a medida moralizadora está em consonância com o modelo de gestão adotado pelo Governo do Estado. “Quem está no serviço público tem que servir e, assim como no setor privado, está submetido a regras que devem ser cumpridas. O serviço público é uma missão nobre”, disse a secretária, ressaltando que o objetivo é a melhora no atendimento. “Tudo que for para melhorar o acesso da população à saúde pode ter certeza que farei”, afirma a gestora. Ainda segundo a Portaria, caso não sejam cumpridas as determinações, a DUGP ficará encarregada de tomar as providências cabíveis. Os servidores faltosos ficarão sujeitos as sanções administrativas previstas na lei.
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