Cristiano Carvalho passou 28 dias internado no Hospital de Urgência de Teresina e agora aguarda cirurgia no Hospital Getulio Vargas. O jovem é mais uma vítima de acidente de moto a ocupar um dos 56 leitos de ortopedia no HGV. Porque tanta demora no procedimento? Faltam médicos e principalmente anestesistas. Essa é a constatação da comissão parlamentar que ontem (04) visitou o local e recebeu informações de Carlos Iglesias, diretor da unidade de saúde.
“São apenas 15 anestesistas para 12 salas de cirurgia, isso significa que há poucos profissionais para a escala. O que possibilitou abrir o HUT foi a sessão de profissionais do HGV, ou seja, foram 332 profissionais, destes 87 médicos. Com isso, o HGV não tem mais plantonista 24 horas. A FMS fez concurso com 50 vagas, mas apenas quatro se inscreveram, portanto, não há médicos que atendam a demanda. Vamos visitar ainda o Hospital da Polícia Militar e outros dois hospitais nos bairros da capital para depois debater e encontrar soluções na audiência pública no próximo dia 12”, afirmou o deputado João de Deus (PT).
O Dr. Carlos Iglesias lembrou ainda que além da falta de profissionais, há outros dois problemas: incorporação da produtividade ao salário dos médicos e a dificuldade do paciente ao Sistema Único de Saúde que, segundo ele, “é muito burocrático”. Para ele, a melhor solução seria implantação de políticas de atração para o trabalho e de prevenção de acidentes.
“Temos leitos e equipamentos, mas faltam profissionais, principalmente anestesiologistas. Já tentei implantar residência para anestesistas, mas não houve avanço, uma vez que todos fazem parte de uma cooperativa. Para se ter uma idéia, em todo o Piauí existe apenas um anestesista para cada grupo de 39.401 habitantes. Isso reflete a carência de profissionais para a demanda”, disse o diretor, afirmando ainda que há três portas de entrada para atendimento no HGV: através do HUT, do laboratório azul do próprio Getúlio Vargas e por ação judicial, “demanda cada vez maior”.
Também estiveram presentes na visita ao Hospital Getúlio Vargas a deputada Rejane Dias (PT) e os deputados Firmino Filho (PSDB) e Evaldo Gomes (PTC). “É preciso encontrar soluções urgentes, pois, pessoas estão morrendo no HUT”, disse a parlamentar petista. Para o tucano “a situação é bem mais complexa, porque se abre vagas para concurso, mas não há profissionais”.
“São apenas 15 anestesistas para 12 salas de cirurgia, isso significa que há poucos profissionais para a escala. O que possibilitou abrir o HUT foi a sessão de profissionais do HGV, ou seja, foram 332 profissionais, destes 87 médicos. Com isso, o HGV não tem mais plantonista 24 horas. A FMS fez concurso com 50 vagas, mas apenas quatro se inscreveram, portanto, não há médicos que atendam a demanda. Vamos visitar ainda o Hospital da Polícia Militar e outros dois hospitais nos bairros da capital para depois debater e encontrar soluções na audiência pública no próximo dia 12”, afirmou o deputado João de Deus (PT).
O Dr. Carlos Iglesias lembrou ainda que além da falta de profissionais, há outros dois problemas: incorporação da produtividade ao salário dos médicos e a dificuldade do paciente ao Sistema Único de Saúde que, segundo ele, “é muito burocrático”. Para ele, a melhor solução seria implantação de políticas de atração para o trabalho e de prevenção de acidentes.
“Temos leitos e equipamentos, mas faltam profissionais, principalmente anestesiologistas. Já tentei implantar residência para anestesistas, mas não houve avanço, uma vez que todos fazem parte de uma cooperativa. Para se ter uma idéia, em todo o Piauí existe apenas um anestesista para cada grupo de 39.401 habitantes. Isso reflete a carência de profissionais para a demanda”, disse o diretor, afirmando ainda que há três portas de entrada para atendimento no HGV: através do HUT, do laboratório azul do próprio Getúlio Vargas e por ação judicial, “demanda cada vez maior”.
Também estiveram presentes na visita ao Hospital Getúlio Vargas a deputada Rejane Dias (PT) e os deputados Firmino Filho (PSDB) e Evaldo Gomes (PTC). “É preciso encontrar soluções urgentes, pois, pessoas estão morrendo no HUT”, disse a parlamentar petista. Para o tucano “a situação é bem mais complexa, porque se abre vagas para concurso, mas não há profissionais”.
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