De acordo com Symonara Faustino, diretora do Lacen, durante toda a semana, técnicos do Ministério da Saúde encontram-se na capital para a realização de treinamentos junto à equipe do laboratório. “Os técnicos estão sendo treinados através de uma tecnologia de ponta. Assim, o Lacen também se transformará num laboratório de biologia molecular para diagnóstico de H1N1”, argumenta.
No ano passado, por exemplo, quando a disseminação do H1N1 estava em alta, a quantidade de exames requisitados era expressiva. Entretanto, a diretora do Lacen relata que nos últimos meses o número de pedidos reduziu bastante. “A partir do momento em que o exame passar a ser feito no Estado, o tempo para a entrega dos resultados será reduzido de um mês para no máximo uma semana”, afirma Symonara.
“O investimento em novas tecnologias é imprescindível para que o Estado receba um volume maior de recursos, além do laboratório subir de nível em relação aos critérios de biossegurança”, ressalta Symonara Faustino. A reforma prevista no prédio do Lacen, por sua vez, vai contemplar tanto o projeto do laboratório para exames de H1N1 como o do laboratório para exames de paternidade.
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