Durante pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal de Teresina, nesta quarta-feira (21), o vereador Rodrigo Martins (PSB) afirmou que acionará o Ministério Público contra a Prefeitura para solicitar providências a respeito do atraso de medicamentos destinados a portadores de diabetes.
Segundo o parlamentar, pacientes denunciam que estão sem receber a medicação há seis meses. “Acompanhei de perto o caso de um diabético que não pode ficar sem insulina. A Prefeitura tem a obrigação de servir esses medicamentos, mas o paciente teve que bancar do próprio bolso para não morrer”, revela Rodrigo.
O autônomo José Lavor Filho depende da Prefeitura para receber a medicação de uso contínuo. Porém, reclama do atraso na entrega e da burocracia. “São remédios caros, não tenho condições de pagar. Tenho que pegá-los de quatro em quatro meses sem a certeza de que irei receber as doses certas”, reclama José Filho.
Rodrigo afirma que o prefeito Elmano Férrer e o presidente da Fundação Municipal de Saúde têm conhecimento do problema. “Já informamos ao Executivo sobre o problema, mas deveremos tomar medidas mais firmes para que os diabéticos não sejam prejudicados”, adianta o socialista, que recebeu apoio dos parlamentares municipais Dr. Pessoa, José Ferreira, Levino de Jesus e Joaninha.
Outro lado
A reportagem do GP1 procurou o presidente da Fundação Municipal de Saúde, Pedro Leopoldino, para falar sobre o assunto.
O presidente da FMS explicou que existem diferentes tipos de insulinas para o tratamento de diabéticos e que apenas uma que é conhecida como “Lantus” não tem em estoque, mas que já foi feito o empenho e está sendo providenciado.
Imagem: Divulgação
Vereador Rodrigues Martins
Vereador Rodrigues MartinsSegundo o parlamentar, pacientes denunciam que estão sem receber a medicação há seis meses. “Acompanhei de perto o caso de um diabético que não pode ficar sem insulina. A Prefeitura tem a obrigação de servir esses medicamentos, mas o paciente teve que bancar do próprio bolso para não morrer”, revela Rodrigo.
O autônomo José Lavor Filho depende da Prefeitura para receber a medicação de uso contínuo. Porém, reclama do atraso na entrega e da burocracia. “São remédios caros, não tenho condições de pagar. Tenho que pegá-los de quatro em quatro meses sem a certeza de que irei receber as doses certas”, reclama José Filho.
Rodrigo afirma que o prefeito Elmano Férrer e o presidente da Fundação Municipal de Saúde têm conhecimento do problema. “Já informamos ao Executivo sobre o problema, mas deveremos tomar medidas mais firmes para que os diabéticos não sejam prejudicados”, adianta o socialista, que recebeu apoio dos parlamentares municipais Dr. Pessoa, José Ferreira, Levino de Jesus e Joaninha.
Outro lado
A reportagem do GP1 procurou o presidente da Fundação Municipal de Saúde, Pedro Leopoldino, para falar sobre o assunto.
O presidente da FMS explicou que existem diferentes tipos de insulinas para o tratamento de diabéticos e que apenas uma que é conhecida como “Lantus” não tem em estoque, mas que já foi feito o empenho e está sendo providenciado.
Imagem: Reprodução
Presidente da Fundação Municipal de Saúde, Pedro Leopoldino.
“Existem insulinas do tipo NPH, Simples, todos os remédios florais diabéticos que disponibilizamos, e as canetas do Enzo são disponibilizadas na Farmácia Popular. Agora existe um tipo de Insulina chamada “Lantus” que é utilizado por um numero restrito de pessoas, já que essa geralmente não é usada para o tratamento do diabético, já que é um tipo especial. Mas o que acontece é que esse processo de aquisão não é tão simples como as pessoas pensam. Mas já está sendo trabalhado para ter um estoque, hoje mesmo mandei fazer um empenho. Apesar de serem poucas pessoas que utiliza, não vamos deixar de atender”, disse Pedro Leopoldino.
Presidente da Fundação Municipal de Saúde, Pedro Leopoldino.
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