Para lembrar o Dia Mundial de Combate à Hanseníase, a Fundação Municipal de Saúde (FMS), da Prefeitura de Teresina, desenvolve programação nos dias 24 e 26 deste mês. "Vamos eliminar essa mancha de Teresina" é o tema da ação que tem como objetivo diagnosticar e tratar a doença.
Em parceria com a Secretaria de Saúde do Piauí, a FMS disponibilizará na terça-feira (24), a partir das 8h, na Praça João Luís Ferreira, uma equipe de profissionais de saúde que orientará e encaminhará pessoas com casos suspeitos da doença.
Na quinta-feira (26), os dez hospitais municipais e os centros de saúde realizarão mutirão de atendimento, com palestras, distribuição de panfletos, folders e atendimento médico a pacientes com manchas suspeitas no corpo.
Todas as pessoas com uma ou mais manchas suspeitas, esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, com perdas de sensibilidade ao calor, à dor e ao tato, caroços e inchaços por todo corpo devem procurar a unidade de saúde mais próximo da sua residência. Os casos de hanseníase têm tratamento e cura, e as pessoas em tratamento podem levar uma vida normal no trabalho, na família e na sociedade.
No ano de 2011, foram notificados um total de 535 casos na capital, o que representa uma diminuição em relação ao ano anterior, quando foram registrados 705 casos. Em Teresina, a doença alcançou 81% de cura aos pacientes que obtiveram acompanhamento médico.
A Hanseníase, conhecida antigamente como lepra, é uma doença crônica e o tratamento deve ser realizado em regime ambulatorial, que evita a sua evolução e previne as incapacidades e deformidades que podem ser causadas pela hanseníase.
O coordenador de Hanseníase da FMS, Kelsen Eulálio, explica que o diagnóstico é clínico e epidemiológico, realizado por meio de análise da história e condições de vida do paciente, do exame dermatoneurológico, para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e comprometimento de nervos periféricos.
"É importante o diagnóstico o mais cedo possível. A FMS realiza ações de combate à hanseníase, destacando que uma manchinha pode ser uma suspeita que deve ser eliminada", ressalta Kelsen Eulálio.
Em parceria com a Secretaria de Saúde do Piauí, a FMS disponibilizará na terça-feira (24), a partir das 8h, na Praça João Luís Ferreira, uma equipe de profissionais de saúde que orientará e encaminhará pessoas com casos suspeitos da doença.
Na quinta-feira (26), os dez hospitais municipais e os centros de saúde realizarão mutirão de atendimento, com palestras, distribuição de panfletos, folders e atendimento médico a pacientes com manchas suspeitas no corpo.
Todas as pessoas com uma ou mais manchas suspeitas, esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, com perdas de sensibilidade ao calor, à dor e ao tato, caroços e inchaços por todo corpo devem procurar a unidade de saúde mais próximo da sua residência. Os casos de hanseníase têm tratamento e cura, e as pessoas em tratamento podem levar uma vida normal no trabalho, na família e na sociedade.
No ano de 2011, foram notificados um total de 535 casos na capital, o que representa uma diminuição em relação ao ano anterior, quando foram registrados 705 casos. Em Teresina, a doença alcançou 81% de cura aos pacientes que obtiveram acompanhamento médico.
A Hanseníase, conhecida antigamente como lepra, é uma doença crônica e o tratamento deve ser realizado em regime ambulatorial, que evita a sua evolução e previne as incapacidades e deformidades que podem ser causadas pela hanseníase.
O coordenador de Hanseníase da FMS, Kelsen Eulálio, explica que o diagnóstico é clínico e epidemiológico, realizado por meio de análise da história e condições de vida do paciente, do exame dermatoneurológico, para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e comprometimento de nervos periféricos.
"É importante o diagnóstico o mais cedo possível. A FMS realiza ações de combate à hanseníase, destacando que uma manchinha pode ser uma suspeita que deve ser eliminada", ressalta Kelsen Eulálio.
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