As novas estratégias de enfrentamento da dengue aplicadas, este ano, no Território Serra da Capivara apresentaram resultados positivos ainda no primeiro trimestre. Denominadas ações intersetoriais, inter e intra-institucionais de co-responsabilidades, os trabalhos de combate ao vetor ficaram por conta de cada instituição ou setor, que desenvolve sua própria atividade.
Historicamente, aquela região, formada por 18 municípios, é a mais crítica no combate ao vetor da dengue. Por isso, ao saber do auxílio por parte do Ministério da Saúde, a coordenadora da 12ª Regional, Samara Teixeira, mobilizou os municípios considerados prioritários da região. A partir daí as cidades de Coronel José Dias, Jurema, São Braz e São Raimundo Nonato enviaram projetos e tiveram seus recursos aprovados.
A Regional reforçou o diálogo com os gestores municipais, alertando para os riscos de epidemia da doença e recomendando a adoção de medidas de controle do aedes aegypti. O trabalho teve início em janeiro deste ano e os resultados apresentados somam melhores êxitos em relação aos anos anteriores.
O esforço foi concentrado devido à informação de que o soropositivo tipo 4, um tipo de vírus raro no país e que aumenta o risco de epidemia, circulava por aquela região. O vírus tornava vulneráveis inclusive, pessoas que nunca tinham sido infectadas.
“Dessa forma, a regional estimulou a intensificação das ações de vigilância pela Secretaria Municipal de Saúde, no que diz respeito ao controle do vetor, notificações e investigação de casos, intensificação da limpeza urbana e notificação para Ministério Público. Além de atividades educativas e preventivas nas escolas, reforçando a massificação das informações na mídia local”, disse Samara Teixeira.
Os resultados apresentaram a redução dos índices de infestação pelo vetor transmissor da dengue, e superação do pico epidêmico em Coronel Jose Dias e São Raimundo Nonato.
“Isso mostra que o trabalho compartilhado, atesta que a divisão de responsabilidades aprimora a eficiência no controle da dengue, já que cada município se responsabiliza em fazer sua parte, cabendo à regional, a atribuição de acompanhamento, aconselhamento e monitoramento das ações na interlocução junto às instituições parceiras”, afirma a diretora.
Historicamente, aquela região, formada por 18 municípios, é a mais crítica no combate ao vetor da dengue. Por isso, ao saber do auxílio por parte do Ministério da Saúde, a coordenadora da 12ª Regional, Samara Teixeira, mobilizou os municípios considerados prioritários da região. A partir daí as cidades de Coronel José Dias, Jurema, São Braz e São Raimundo Nonato enviaram projetos e tiveram seus recursos aprovados.
A Regional reforçou o diálogo com os gestores municipais, alertando para os riscos de epidemia da doença e recomendando a adoção de medidas de controle do aedes aegypti. O trabalho teve início em janeiro deste ano e os resultados apresentados somam melhores êxitos em relação aos anos anteriores.
O esforço foi concentrado devido à informação de que o soropositivo tipo 4, um tipo de vírus raro no país e que aumenta o risco de epidemia, circulava por aquela região. O vírus tornava vulneráveis inclusive, pessoas que nunca tinham sido infectadas.
“Dessa forma, a regional estimulou a intensificação das ações de vigilância pela Secretaria Municipal de Saúde, no que diz respeito ao controle do vetor, notificações e investigação de casos, intensificação da limpeza urbana e notificação para Ministério Público. Além de atividades educativas e preventivas nas escolas, reforçando a massificação das informações na mídia local”, disse Samara Teixeira.
Os resultados apresentaram a redução dos índices de infestação pelo vetor transmissor da dengue, e superação do pico epidêmico em Coronel Jose Dias e São Raimundo Nonato.
“Isso mostra que o trabalho compartilhado, atesta que a divisão de responsabilidades aprimora a eficiência no controle da dengue, já que cada município se responsabiliza em fazer sua parte, cabendo à regional, a atribuição de acompanhamento, aconselhamento e monitoramento das ações na interlocução junto às instituições parceiras”, afirma a diretora.
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