A Prefeitura de Teresina, por meio da comissão executiva do Projeto Vida no Trânsito da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), apresentou aos representantes do Ministério da Saúde, Luis Otávio e da ONG GRSP, José Cardita, os resultados da análise comparativa dos números de vítimas fatais envolvidas em acidentes de trânsito no município de Teresina.
O trabalho mostra uma redução de 34,4% do número de mortos em acidentes de trânsito no município de Teresina nos primeiros nove meses de 2011 em relação a 2010, contabilizando ainda os acidentes ocorrido nas BRs que cortam a cidade.
As análises dos dados foram realizadas através do sistema de mortalidade do Ministério da Saúde e coleta de vitimas atendidas pelo SAMU, CIPTRAN e PRF. Segundo a coordenadora do projeto em Teresina, Audea Lima, os resultados alcançados são frutos do trabalho e do esforço de todos. O compromisso da comissão intersetorial e outros parceiros locais tem sido fundamental para o êxito do projeto. "O maior sucesso do projeto está em reunir todas as instituições que têm sido parceiras nessa missão de salvar vidas", acrescentou.
No processo de coleta e análise dos dados as instituições parceiras são: FMS, Strans, Delegacia de acidentes, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Companhia Independente de Policiamento de Trânsito (Ciptran) e comissão executiva do projeto. As ações de intervenção em fiscalização, educação e engenharia em Segurança no Trânsito são feitas através da Strans, FMS, Detran-PI , Escola Piauiense de Trânsito, PRF, Sest/Senat, Maçonaria, Batalhão de Policiamento do Estado (BPE), Polícia Militar, Ministério Público Estadual, Ordem dos Advogados do Brasil secção Piauí (OAB/PI), Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), Centro de Formações de Condutores (CFCs), Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi), Departamento Nacional de Infra-estrutura e Transportes (Dnit), Universidade Estadual do Piauí (Uespi), Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Semec), Hospital de Urgência de Teresina (HUT), Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan) e Universidade Federal do Piauí (Ufpi).
Neste ano o trabalho continua sendo realizado de forma integrada no processo de análise e na integração de ações voltadas para os fatores de risco que as análises estão apresentando: velocidade, álcool e o grupo motociclista, com a inclusão do público pedestre idoso, visto que esse grupo tem se destacado como o maior em vítimas de atropelamentos.
"Precisamos continuar trabalhando para reduzir o número de vítimas fatais e graves, mas queremos pedir o apoio de cada motorista, pedestre, motociclista, criança, idoso, pai e mãe nessa missão, pois uma cidade com menos acidentes é uma cidade com mais qualidade de vida, mais leitos disponíveis nos hospitais, mais ambulâncias do SAMU à nossa disposição, mais saúde, menos congestionamentos e, principalmente, mais vida.", finalizou Audea Lima.
O trabalho mostra uma redução de 34,4% do número de mortos em acidentes de trânsito no município de Teresina nos primeiros nove meses de 2011 em relação a 2010, contabilizando ainda os acidentes ocorrido nas BRs que cortam a cidade.
As análises dos dados foram realizadas através do sistema de mortalidade do Ministério da Saúde e coleta de vitimas atendidas pelo SAMU, CIPTRAN e PRF. Segundo a coordenadora do projeto em Teresina, Audea Lima, os resultados alcançados são frutos do trabalho e do esforço de todos. O compromisso da comissão intersetorial e outros parceiros locais tem sido fundamental para o êxito do projeto. "O maior sucesso do projeto está em reunir todas as instituições que têm sido parceiras nessa missão de salvar vidas", acrescentou.
No processo de coleta e análise dos dados as instituições parceiras são: FMS, Strans, Delegacia de acidentes, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Companhia Independente de Policiamento de Trânsito (Ciptran) e comissão executiva do projeto. As ações de intervenção em fiscalização, educação e engenharia em Segurança no Trânsito são feitas através da Strans, FMS, Detran-PI , Escola Piauiense de Trânsito, PRF, Sest/Senat, Maçonaria, Batalhão de Policiamento do Estado (BPE), Polícia Militar, Ministério Público Estadual, Ordem dos Advogados do Brasil secção Piauí (OAB/PI), Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), Centro de Formações de Condutores (CFCs), Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi), Departamento Nacional de Infra-estrutura e Transportes (Dnit), Universidade Estadual do Piauí (Uespi), Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Semec), Hospital de Urgência de Teresina (HUT), Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan) e Universidade Federal do Piauí (Ufpi).
Neste ano o trabalho continua sendo realizado de forma integrada no processo de análise e na integração de ações voltadas para os fatores de risco que as análises estão apresentando: velocidade, álcool e o grupo motociclista, com a inclusão do público pedestre idoso, visto que esse grupo tem se destacado como o maior em vítimas de atropelamentos.
"Precisamos continuar trabalhando para reduzir o número de vítimas fatais e graves, mas queremos pedir o apoio de cada motorista, pedestre, motociclista, criança, idoso, pai e mãe nessa missão, pois uma cidade com menos acidentes é uma cidade com mais qualidade de vida, mais leitos disponíveis nos hospitais, mais ambulâncias do SAMU à nossa disposição, mais saúde, menos congestionamentos e, principalmente, mais vida.", finalizou Audea Lima.
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