Para debater as diretrizes da Rede Cegonha e viabilizar sua efetiva implantação na capital, a Fundação Municipal de Saúde (FMS), da Prefeitura de Teresina, realiza nesta terça (22) e quarta-feira (23) treinamento com profissionais da rede de saúde do município. A capacitação está sendo realizada no Centro de Formação Odilon Nunes.
O treinamento é ministrado por técnicas do Ministério da Saúde com a participação de mais de 30 profissionais, que terão a oportunidade de esclarecer suas dúvidas sobre a implantação da rede na capital.
A Rede Cegonha é uma estratégia do Ministério da Saúde fundamentada nos princípios da humanização e assistência, nos quais as mulheres, recém-nascidos e as crianças têm direitos à ampliação do acesso, acolhimento e melhoria da qualidade do pré-natal, vinculação da gestante à unidade de referência para assistência ao parto e realização de parto e nascimento seguros, através das boas práticas de atenção.
De acordo com Ana Paula Costa, consultora do Programa Nacional de Humanização (PNH), do Ministério da Saúde, a Rede Cegonha garante desde o direito a acompanhante no parto, de livre escolha da gestante, até a atenção à saúde da criança de 0 a 24 meses com qualidade e resolutividade, bem como acesso ao planejamento reprodutivo.
"Para a implantação da Rede Cegonha é necessário observar, inicialmente, a arquitetura das maternidades e hospitais que dão assistência à parturiente, passando inclusive pela vinculação da gestante às equipes de atenção básica e pelo acolhimento com classificação de risco na maternidade", explica Ana Paula.
O treinamento é ministrado por técnicas do Ministério da Saúde com a participação de mais de 30 profissionais, que terão a oportunidade de esclarecer suas dúvidas sobre a implantação da rede na capital.
A Rede Cegonha é uma estratégia do Ministério da Saúde fundamentada nos princípios da humanização e assistência, nos quais as mulheres, recém-nascidos e as crianças têm direitos à ampliação do acesso, acolhimento e melhoria da qualidade do pré-natal, vinculação da gestante à unidade de referência para assistência ao parto e realização de parto e nascimento seguros, através das boas práticas de atenção.
De acordo com Ana Paula Costa, consultora do Programa Nacional de Humanização (PNH), do Ministério da Saúde, a Rede Cegonha garante desde o direito a acompanhante no parto, de livre escolha da gestante, até a atenção à saúde da criança de 0 a 24 meses com qualidade e resolutividade, bem como acesso ao planejamento reprodutivo.
"Para a implantação da Rede Cegonha é necessário observar, inicialmente, a arquitetura das maternidades e hospitais que dão assistência à parturiente, passando inclusive pela vinculação da gestante às equipes de atenção básica e pelo acolhimento com classificação de risco na maternidade", explica Ana Paula.

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