Teresina já notificou 1.949 casos de Calazar em cães, o que corresponde a 31,82% dos 6.125 exames realizados e 21 casos de leishmaniose visceral em humanos. Estes são os dados provenientes de balanço realizado pela Gerência de Zoonoses (Gezoon) da Fundação Municipal de Saúde (FMS).
De acordo com os dados os bairros com maior incidência da doença são: Santa Maria da Codipi, Redenção e Real Copagre. A leishmaniose ou calazar é transmitida pela fêmea do inseto (flebótomo), ela pica o animal infectado e depois os humanos, transmitindo a doença.
Segundo Elcio Leite, Gerente da Gezoon, os cães podem ficar infectados por vários anos sem apresentar sinais clínicos da doença. Eles são fontes de infecção para o inseto transmissor e, portanto, um risco à saúde de todos. A única forma de detectar a infecção nesses animais é através dos exames de laboratório específicos. Nos humanos, o período de incubação varia de 10 dias a 24 meses.
“Como medidas de prevenção o ideal é evitar a criação e a proliferação do mosquito vetor, que se reproduz no meio da matéria orgânica e em criadouros de animais. Outra iniciativa é manter a casa e o quintal livres de matéria orgânica, recolhendo folhas de árvores, fezes de animais, restos de madeira e de frutas. Todo esse material deve ser acondicionado em sacos de lixo e entregue para a coleta”, destaca Elcio Leite.
A FMS solicita aos proprietários que permitam o acesso dos agentes de endemias no seu domicílio para testagem dos animais e recolhimento dos que estiverem infectados.
Tratamento – Em humanos, apesar de grave, a leishmaniose tem tratamento, que é gratuito e disponível na rede de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Já nos animais, o tratamento não tem eficácia cientificamente comprovada no Brasil e, mesmo que os sinais clínicos desapareçam, eles continuam contaminados e transmitindo a doença, representando um risco à saúde de humanos e animais sadios das proximidades. Por isso, conforme o Ministério da Saúde, a eutanásia dos animais infectados e o controle do vetor são hoje considerados as medidas mais seguras para evitar a proliferação da doença.
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De acordo com os dados os bairros com maior incidência da doença são: Santa Maria da Codipi, Redenção e Real Copagre. A leishmaniose ou calazar é transmitida pela fêmea do inseto (flebótomo), ela pica o animal infectado e depois os humanos, transmitindo a doença.
Segundo Elcio Leite, Gerente da Gezoon, os cães podem ficar infectados por vários anos sem apresentar sinais clínicos da doença. Eles são fontes de infecção para o inseto transmissor e, portanto, um risco à saúde de todos. A única forma de detectar a infecção nesses animais é através dos exames de laboratório específicos. Nos humanos, o período de incubação varia de 10 dias a 24 meses.
“Como medidas de prevenção o ideal é evitar a criação e a proliferação do mosquito vetor, que se reproduz no meio da matéria orgânica e em criadouros de animais. Outra iniciativa é manter a casa e o quintal livres de matéria orgânica, recolhendo folhas de árvores, fezes de animais, restos de madeira e de frutas. Todo esse material deve ser acondicionado em sacos de lixo e entregue para a coleta”, destaca Elcio Leite.
A FMS solicita aos proprietários que permitam o acesso dos agentes de endemias no seu domicílio para testagem dos animais e recolhimento dos que estiverem infectados.
Tratamento – Em humanos, apesar de grave, a leishmaniose tem tratamento, que é gratuito e disponível na rede de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Já nos animais, o tratamento não tem eficácia cientificamente comprovada no Brasil e, mesmo que os sinais clínicos desapareçam, eles continuam contaminados e transmitindo a doença, representando um risco à saúde de humanos e animais sadios das proximidades. Por isso, conforme o Ministério da Saúde, a eutanásia dos animais infectados e o controle do vetor são hoje considerados as medidas mais seguras para evitar a proliferação da doença.
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