O candidato a prefeito pelo PSTU, Daniel Solon, defende medidas emergenciais para atacar a grave crise de falta de leitos em hospitais públicos. "Os dados do IBGE mostram que nos últimos anos houve a diminuição de postos e hospitais públicos e um assustador crescimento de hospitais privados em Teresina", disse.
Para Daniel Solon, é preciso dobrar os investimentos em saúde pública no país (6% do PIB nacionalmente e no mínimo 15% do orçamento municipal exclusivamente na saúde pública) e investir em prevenção, dotando a cidade de tratamento de esgoto e correta coleta do lixo domiciliar.
“83% do esgoto em Teresina não recebe qualquer tratamento. Sabemos que para cada real investido em saneamento básico, podem ser economizados três reais em tratamento de doenças. Doenças como a dengue se alastram também por falta de saneamento e por falta de bom serviço de coleta de lixo”, completou.
Daniel Solon defende melhor remuneração dos trabalhadores da saúde, com a diminuição da jornada de trabalho, sem redução de salários, para enfermeiros e outras categorias. Defende ainda a melhoria da rede pública de postos e hospitais.
“Hoje, postos de saúde não são capazes de fazer procedimentos simples como um curativo. Para se conseguir uma consulta com um especialista e para se receber o resultado de exames, é um exercício de grande paciência. É um verdadeiro desrespeito inclusive para com idosos, que enfrentam filas para atendimento, ainda pela madrugada”, afirmou.
Ele defendeu mais poderes ao Conselho Municipal de Saúde e participação popular na escolha de diretores de hospitais, postos e centros de saúde. “O Conselho, atualmente, tem um caráter fortemente consultivo e os gestores raramente atendem ao que os conselheiros definem. Defendemos que o Conselho é que defina efetivamente as políticas de saúde pública e que não tenha participação de empresas privadas. Os diretores de hospitais, postos e centros de saúde devem ser eleitos pelos trabalhadores da saúde e pela comunidade de usuários", completou.
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Para Daniel Solon, é preciso dobrar os investimentos em saúde pública no país (6% do PIB nacionalmente e no mínimo 15% do orçamento municipal exclusivamente na saúde pública) e investir em prevenção, dotando a cidade de tratamento de esgoto e correta coleta do lixo domiciliar.
“83% do esgoto em Teresina não recebe qualquer tratamento. Sabemos que para cada real investido em saneamento básico, podem ser economizados três reais em tratamento de doenças. Doenças como a dengue se alastram também por falta de saneamento e por falta de bom serviço de coleta de lixo”, completou.
Imagem: José Maria Barros/GP1
Daniel Solon
Daniel Solon Daniel Solon defende melhor remuneração dos trabalhadores da saúde, com a diminuição da jornada de trabalho, sem redução de salários, para enfermeiros e outras categorias. Defende ainda a melhoria da rede pública de postos e hospitais.
“Hoje, postos de saúde não são capazes de fazer procedimentos simples como um curativo. Para se conseguir uma consulta com um especialista e para se receber o resultado de exames, é um exercício de grande paciência. É um verdadeiro desrespeito inclusive para com idosos, que enfrentam filas para atendimento, ainda pela madrugada”, afirmou.
Ele defendeu mais poderes ao Conselho Municipal de Saúde e participação popular na escolha de diretores de hospitais, postos e centros de saúde. “O Conselho, atualmente, tem um caráter fortemente consultivo e os gestores raramente atendem ao que os conselheiros definem. Defendemos que o Conselho é que defina efetivamente as políticas de saúde pública e que não tenha participação de empresas privadas. Os diretores de hospitais, postos e centros de saúde devem ser eleitos pelos trabalhadores da saúde e pela comunidade de usuários", completou.
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