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Saúde

Secretário de Saúde coloca a Sesapi à disposição dos gestores municipais

No seminário, a Sesapi apresentou ainda aos prefeitos do Piauí como será o processo de implantação do SAMU aéreo, além de conclamar os gestores a aderirem ao Movimento Saúde +10.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) participou do seminário Parceria por um Novo Piauí: Encontro de integração Estado/Municípios, que aconteceu na Fiepi, em Teresina. Durante o evento foi anunciado um co-financiamento com as cidades do Piauí para a área de saúde que pode chegar a R$ 40 milhões em 2013.

Serão beneficiadas as áreas de Atenção Básica, Assistência Farmacêutica, Centro de Especialidade Odontológica, Laboratório Regional de Prótese Dentária e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O co-financiamento vai funcionar através de repasses feitos diretamente do tesouro estadual aos municípios. O aporte financeiro beneficiará as 224 cidades piauienses.

Imagem: ReproduçãoSecretário de saúde Ernani Maia(Imagem:Reprodução)Secretário de saúde Ernani Maia

Durante o evento, o secretário de saúde Ernani Maia colocou a Sesapi a disposição dos gestores municipais. “Sozinhos nós não conseguimos nada na vida e na gestão pública não é diferente. O Governo Estadual está colocando toda a estrutura necessária para que as obras continuem acontecendo”, disse o secretário.

De acordo com o gestor, a Sesapi estará pronta para levar melhorias nos mais diversos municípios, seja com equipamentos ou construção de novos hospitais. “Isso vai possibilitar a acessibilidade seja onde for. Essa é a recomendação do governo Wilson Martins"" frisou o gestor, anunciando para esta sexta-feira (25) as inaugurações das Unidades Básicas de Saúde (UBAs) de Boa Hora e Lagoa do São Francisco.

No seminário, a Sesapi apresentou ainda aos prefeitos do Piauí como será o processo de implantação do SAMU aéreo, além de conclamar os gestores a aderirem ao Movimento Saúde +10. O movimento coleta assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que assegure o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública brasileira, alterando, dessa forma, a Lei Complementar no 141, de 13 de janeiro de 2012.



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