Raimundo Domingos Xavier Neto, dono da empresa J.A Comércio e Representações e o contador Nilson de Sousa Batista foram denunciados à Justiça Federal no último dia 21 de novembro. O autor da ação é o Ministério Público Federal após o inquérito instaurado pela Polícia Federal no dia 13 de julho de 2012.
O empresário e o contador foram investigados na operação Nosferatu deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Controladoria Geral da União no dia 01 de outubro de 2012. A ação tinha como objetivo desarticular a quadrilha de envolvidos em um esquema que desviou quase R$ 11 milhões de recursos públicos do SUS, que seriam destinados para a Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi) em 2009 e 2012. A denúncia partiu do próprio secretário de Saúde, Ernani Maia.
Sete empresas recebiam referente a procedimentos ambulatórios de alta e média complexidade e reforma das unidades de saúde. Na época o delegado responsável pelo inquérito, Wellington Santiago, chegou a afirmar que o contador investigado ganhava apenas um salário mínimo, mas, possuía carros de luxo e mansões, e uma das empresas envolvidas estava em seu nome.
O processo tramita agora na 2ª Vara Federal e tem como juiz titular Márcio Braga Magalhães. Os dois respondem por peculato e crimes contra a administração pública. O processo antes corria em segredo de justiça.
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O empresário e o contador foram investigados na operação Nosferatu deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Controladoria Geral da União no dia 01 de outubro de 2012. A ação tinha como objetivo desarticular a quadrilha de envolvidos em um esquema que desviou quase R$ 11 milhões de recursos públicos do SUS, que seriam destinados para a Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi) em 2009 e 2012. A denúncia partiu do próprio secretário de Saúde, Ernani Maia.
Sete empresas recebiam referente a procedimentos ambulatórios de alta e média complexidade e reforma das unidades de saúde. Na época o delegado responsável pelo inquérito, Wellington Santiago, chegou a afirmar que o contador investigado ganhava apenas um salário mínimo, mas, possuía carros de luxo e mansões, e uma das empresas envolvidas estava em seu nome.
O processo tramita agora na 2ª Vara Federal e tem como juiz titular Márcio Braga Magalhães. Os dois respondem por peculato e crimes contra a administração pública. O processo antes corria em segredo de justiça.
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