Este ano, Teresina pode contar com diversas ações educativas e de promoção à saúde quando o assunto é AIDS e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). A Coordenação de DST/AIDS e Hepatites Virais da Fundação Municipal de Saúde dispõe de diversos programas e ações isoladas que contemplam os mais variados públicos e cenários.
Um dos programas desenvolvidos pela Coordenação é o “Amar sem preconceito”, um programa que existe desde 2013 e visa promover a saúde no que se refere às doenças sexualmente transmissíveis. “O programa tem por objetivo fortalecer o vínculo entre o público-alvo e o sistema da rede de atenção básica de saúde do SUS. E, principalmente, conscientizar as pessoas de que as DSTs podem ser evitadas. E o principal método ainda é o uso da camisinha”, ressalta Andréa Fernandes, enfermeira e técnica da Coordenação de DST/AIDS e Hepatites Virais da FMS.
Para que o “Amar sem preconceito” aconteça, a coordenação dispõe de uma equipe de saúde composta por enfermeiros e técnicos que visitam pontos de prostituição, prostíbulos, bares e boates GLS realizando visitas, dispensação de material preventivo como camisinhas e lubrificantes, abordagem com material e informações educativas de orientação, prevenção e tira dúvidas. As visitas acontecem duas vezes na semana, nos dias de quarta e sexta-feira.
“A ação tem bastante aceitação. Normalmente as pessoas abordadas não recusam serem atendidas. Ouvimos as pessoas e os relatos que requerem mais atenção, o profissional faz o encaminhamento ideal e adequado daquela situação aos serviços de saúde”, destaca a coordenadora de DST/AIDS e Hepatites Virais da FMS, Lindalva Lira.
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Um dos programas desenvolvidos pela Coordenação é o “Amar sem preconceito”, um programa que existe desde 2013 e visa promover a saúde no que se refere às doenças sexualmente transmissíveis. “O programa tem por objetivo fortalecer o vínculo entre o público-alvo e o sistema da rede de atenção básica de saúde do SUS. E, principalmente, conscientizar as pessoas de que as DSTs podem ser evitadas. E o principal método ainda é o uso da camisinha”, ressalta Andréa Fernandes, enfermeira e técnica da Coordenação de DST/AIDS e Hepatites Virais da FMS.
Para que o “Amar sem preconceito” aconteça, a coordenação dispõe de uma equipe de saúde composta por enfermeiros e técnicos que visitam pontos de prostituição, prostíbulos, bares e boates GLS realizando visitas, dispensação de material preventivo como camisinhas e lubrificantes, abordagem com material e informações educativas de orientação, prevenção e tira dúvidas. As visitas acontecem duas vezes na semana, nos dias de quarta e sexta-feira.
“A ação tem bastante aceitação. Normalmente as pessoas abordadas não recusam serem atendidas. Ouvimos as pessoas e os relatos que requerem mais atenção, o profissional faz o encaminhamento ideal e adequado daquela situação aos serviços de saúde”, destaca a coordenadora de DST/AIDS e Hepatites Virais da FMS, Lindalva Lira.
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