Fraternidade e luta por direitos iguais. Foi com esses sentimentos que vários grupos e entidades se reuniram, nesta sexta-feira (16), na Praça João Luis Ferreira, Centro de Teresina, para comemorar o Dia Mundial de Combate à Homofobia.
Estudantes do curso de Medicina da Universidade Federal do Piauí também se envolveram na causa, levando à praça a “Blitz da Prevenção”, onde foram distribuídos preservativos, além de orientação sobre sexualidade e doenças sexualmente transmissíveis (DST/AIDS).
Segundo o estudante Allan Sales, 22, o ato é muito importante, sobretudo, para que haja uma quebra de paradigmas e preconceitos contra a população LGBT. “Participamos de uma ONG, a Federação Internacional de Associações de Estudantes de Medicina do Brasil (IFMSA), onde promovemos essas ações educativas em vários eventos sociais”, explica.
As atrações artísticas divertiram os transeuntes, que ficaram admirados com apresentações de um grupo de Hip Hop e do terreiro do Pai Chagas. Os serviços de maquiagem, manicure, pedicure e aferição de pressão foram bastante procurados pelas pessoas.
Houve, ainda, o apoio da Defensoria Pública do Estado, da Prefeitura de Teresina e a participação da Delegacia de Proteção aos Direitos Humanos. “Apoiamos este ato. O combate à homofobia é uma causa que abraçamos porque, infelizmente, ainda existem vários casos de violência homofóbica em nosso estado”, pondera o delegado Sebastião Escórcio.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
Imagem: Eduardo Marchão
Estudantes da UFPI
O ato “Cidadania: o melhor remédio contra a homofobia”, organizado pelo Grupo Matizes, chamou a atenção dos populares, que aproveitaram os serviços gratuitos oferecidos em parceria com instituições públicas. Foi o caso da aposentada Maria do Carmo Cardeal, 66, que expediu o passe-livre gratuito nos transportes coletivos. “É uma oportunidade boa, pois geralmente, temos que enfrentar burocracia para conseguir a documentação”, afirma.
Estudantes da UFPIEstudantes do curso de Medicina da Universidade Federal do Piauí também se envolveram na causa, levando à praça a “Blitz da Prevenção”, onde foram distribuídos preservativos, além de orientação sobre sexualidade e doenças sexualmente transmissíveis (DST/AIDS).
Segundo o estudante Allan Sales, 22, o ato é muito importante, sobretudo, para que haja uma quebra de paradigmas e preconceitos contra a população LGBT. “Participamos de uma ONG, a Federação Internacional de Associações de Estudantes de Medicina do Brasil (IFMSA), onde promovemos essas ações educativas em vários eventos sociais”, explica.
As atrações artísticas divertiram os transeuntes, que ficaram admirados com apresentações de um grupo de Hip Hop e do terreiro do Pai Chagas. Os serviços de maquiagem, manicure, pedicure e aferição de pressão foram bastante procurados pelas pessoas.
Imagem: Eduardo Marchão
Professora Lurdinha e alunos
De acordo com professora Lurdinha Nunes, do Movimento Nacional de Direitos Humanos, os serviços oferecidos agradaram o público, que se juntou à luta pela igualdade, para dizer não à homofobia. As advogadas Ana Carolina Magalhães e Audrey Magalhães, representaram a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PI) no ato.
Professora Lurdinha e alunosHouve, ainda, o apoio da Defensoria Pública do Estado, da Prefeitura de Teresina e a participação da Delegacia de Proteção aos Direitos Humanos. “Apoiamos este ato. O combate à homofobia é uma causa que abraçamos porque, infelizmente, ainda existem vários casos de violência homofóbica em nosso estado”, pondera o delegado Sebastião Escórcio.
Imagem: Eduardo Marchão
Marinalva Santava
Para Marinalva Santana, do Grupo Matizes, o ato de cidadania cumpriu seu papel e foi bastante positivo. “É um ato plural, de respeito à igualdade, direito à liberdade de expressão religiosa e a defesa de um estado laico. Vamos continuar firmes na luta contra qualquer tipo de discriminação”, ressalta.
Marinalva SantavaCurta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
Ver todos os comentários | 0 |