Em meio a um intenso enfrentamento ao Aedes aegypti, transmissor do zika vírus, principal suspeito do aumento de casos de microcefalia, o GP1 encontrou uma piscina com água parada em um prédio abandonado no bairro Ilhotas, a menos de cem metros da Maternidade Dona Evangelina Rosa.
Zoonoses
O GP1 entrou em contato com a Gerente de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Oriana Bezerra, que afirmou ter conhecimento do caso. “Nós temos conhecimento deste prédio e o consideramos como um ponto estratégico, isso significa que ele está sendo vistoriado de quinze em quinze dias, diferentemente de imóveis comuns, vistoriados em intervalos de dois ou três meses. Garantimos que o prédio está sendo monitorado, e que, desde a última vistoria, não foram detectados focos do mosquito Aedes aegypti”, pontuou.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Pesquisas recentes apontam que o mosquito pode se reproduzir também em água suja
De acordo com Antônio Sobral, servidor que trabalha na Unidade Escolar Polivalente Professor Castelo Branco, que fica ao lado do imóvel abandonado, a Prefeitura de Teresina e o próprio Governo estadual foram acionados. "Representantes da prefeitura dizem que vão resolver a situação, mas vieram e apenas colocaram uma substância em pó na água da piscina, não entendemos com qual objetivo", explica. O servidor afirma que o prédio pertence ao Governo do Piauí.
Pesquisas recentes apontam que o mosquito pode se reproduzir também em água sujaImagem: Lucas Dias/GP1
No imóvel, funcionava o antigo compelxo educacional do Estado
No prédio, funcionava o antigo complexo educacional do estado do Piauí. Antônio Sobral afirma que é uma irresponsabilidade por parte das autoridades. "Estamos em uma crise por conta do mosquito Aedes aegypti e nem o Governo nem a Prefeitura fazem algo para resolver essa situação. Lembrando que, além de ficar próximo a maternidade, o imóvel fica ao lado de uma escola, e perto de duas instituições bastante frequentadas diariamente", finaliza, se referindo ao Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) e ao Centro Integrado de Educação Especial (Cies).
No imóvel, funcionava o antigo compelxo educacional do EstadoZoonoses
O GP1 entrou em contato com a Gerente de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Oriana Bezerra, que afirmou ter conhecimento do caso. “Nós temos conhecimento deste prédio e o consideramos como um ponto estratégico, isso significa que ele está sendo vistoriado de quinze em quinze dias, diferentemente de imóveis comuns, vistoriados em intervalos de dois ou três meses. Garantimos que o prédio está sendo monitorado, e que, desde a última vistoria, não foram detectados focos do mosquito Aedes aegypti”, pontuou.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Piscina abandonada
Piscina abandonadaImagem: Lucas Dias/GP1
Prédio fica ao lado do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir)
Prédio fica ao lado do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir)
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