O Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), da Polícia Civil do Piauí, identificou que um membro do PCC, em São Paulo, conhecido como Danielson, determinou que facionados invadissem o velório de Adão Rodrigues dos Santos Júnior e realizassem vários disparos de arma de fogo e, ainda, ateassem fogo no cadáver, no dia 24 de janeiro deste ano, na Vila Cristalina, zona norte de Teresina.
A investigação capitaneada pelo DRACO, com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, concluiu que três pessoas foram encomendadas por Danielson para invadir o velório e cometer o crime, sob a justificativa de que Adão Rodrigues dos Santos Júnior, que era membro do Bonde dos 40 e morreu de causas naturais, foi a pessoa responsável por ter assassinado um amigo de Danielson, razão pela qual ele quis vingar a morte de algum modo.
Diante das informações, o DRACO representou por 4 prisões temporárias (mandante e os três executores) e durante a ação deflagrada nesta quarta-feira (11), os policiais conseguiram localizar um deles, restando foragidos o mandante, Danielson, e outros dois alvos que participaram da execução, Kaike e Yuri.
O objetivo agora é localizar os três indivíduos que estão foragidos para que a Polícia Civil os apresenta ao Poder Judiciário.
A operação foi coordenada pelo DRACO, com apoio do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI) e da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (DINT), reforçando a atuação estratégica e integrada das forças de segurança pública. As investigações apontam que a ação criminosa foi premeditada e vinculada a disputas entre facções criminosas rivais.
Rapidinhas
Ex-servidor terceirizado do TJ-PI furtou armas de fórum e as repassou ao PCC
A Polícia Civil investiga se o ex-servidor terceirizado do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), Francisco de Assis Lopes dos Santos, furtou armas de fogo do fórum e as repassou a integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
De acordo com o coordenador, o suspeito teria se aproveitado do acesso às dependências do fórum para subtrair armamentos que estavam sob custódia da Justiça. As armas, segundo as investigações, eram posteriormente vendidas e entregues a membros do PCC, fortalecendo a atuação da organização criminosa.
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
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