José Antônio dos Santos Filho, ex-marido de Ângela Maria Santos, de 39 anos, prestou depoimento ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) nessa segunda-feira (11), em Teresina. Ângela morreu após ter o corpo incendiado no bairro Planalto Uruguai, zona leste da capital, no último dia 08 de maio.
O depoimento foi conduzido pela delegada Nathália Figueiredo, responsável pelas investigações do caso. Na ocasião, também foi dado cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido contra José Antônio.
Segundo a delegada, o suspeito já estava sob escolta policial desde que foi preso em flagrante e permanecia internado no Hospital de Urgência de Teresina (HUT). “Ele estava sob escolta desde que foi flagranteado. Ontem, quando estivemos lá, cientificamos ele da ordem judicial referente à prisão preventiva e também a Polícia Penal que faz a escolta”, explicou Nathália Figueiredo.
José Antônio dos Santos Filho também se encontra sob cuidados médicos, pois durante o crime ele acabou sofrendo ferimentos ocasionados por ação própria, no momento de atear fogo em Ângela Maria Santos e Socorro Maria Sena Santos, 56 ano, mãe dela.
Rapidinhas
Mãe de Ângela Maria está intubada no HUT
A mãe de Ângela Maria Santos permanece internada em estado grave no Hospital de Urgência de Teresina (HUT). Socorro Maria Sena Santos, de 56 anos, está intubada, mas apresenta quadro estável, segundo familiares.
À Coluna, a irmã de Ângela, Andreia Maria, informou que a mãe vem respondendo bem aos medicamentos e segue sob cuidados intensivos. “Minha mãe está estável, graças a Deus. É grave, é, mas ela está estável, respondendo a tudo, medicamentos, batimentos, graças a Deus”, declarou.
Andreia também afirmou que outras pessoas da família ficaram feridas durante a ocorrência e relatou ter sofrido lesões após o portão da residência cair sobre ela. “Também ainda tem minha mãe, que é outra vítima. Eu sou vítima, tenho uma lesão aqui, porque ele derrubou o portão e caiu em cima de mim”, relatou.
O caso segue sendo investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), que tem o prazo legal de 10 dias para finalizar o inquérito. Após receber alta, o acusado será encaminhado à Central de Processamento e Administração (CPA).
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
Ver todos os comentários | 0 |