A musculação desempenha um papel valioso na prevenção e no tratamento do câncer de mama, tanto para reduzir o risco de desenvolvimento da doença quanto para melhorar a qualidade de vida das mulheres em tratamento ou em recuperação.
Na prevenção, a prática regular de musculação e outros exercícios físicos ajuda a manter o peso corporal adequado e a reduzir a gordura corporal, dois fatores que podem contribuir para o risco de câncer de mama. O excesso de gordura aumenta os níveis de estrogênio, um hormônio que pode alimentar o crescimento de alguns tipos de câncer de mama. Além disso, a musculação contribui para o equilíbrio hormonal e fortalece o sistema imunológico, aumentando as defesas do organismo contra células anormais.
Para as mulheres em tratamento ou que estão na fase de recuperação, a musculação ajuda a enfrentar os efeitos colaterais das terapias, como a fadiga e a perda de massa muscular. Após a cirurgia ou a quimioterapia, muitas pacientes experimentam fraqueza muscular e dificuldades de mobilidade, o que pode limitar sua independência. O fortalecimento gradual e supervisionado ajuda a melhorar o tônus muscular, a força e a flexibilidade, facilitando a retomada das atividades do dia a dia.
Além disso, a prática de musculação favorece a saúde mental, aliviando sintomas de ansiedade e depressão comuns durante o tratamento. O exercício estimula a produção de endorfinas e melhora o bem-estar, promovendo uma sensação de conquista e autoestima elevada.
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
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